(...) Há um fenômeno recorrente no Brasil. Invariavelmente se passa bem longe do cerne das questões. Em efeito, atira-se na sombra do alvo. Quando muito. Nove bilhões de reais são irrelevantes em relação aos 600 bilhões de reais, repito, 600 bilhões de reais, gastos anualmente para sustentar a maquina do governo. Que não funciona, diga-se de passagem. O contribuinte paga todo ano, mais de 66 vezes... o preço dos estádios. Bom lembrar: sem ter a contrapartida. (http://veja.abril.com.br/blog/ de-paris/tag/decomte).
O Brasil é a sexta maior economia do planeta, e em 2013 o Governo Federal arrecadou 1,138 trilhões de reais. Segundo a FIESP os prejuízo econômicos e sociais que a corrupção causa ao país, chega a casa de 69 bilhões de reais por ano, quase oito vezes mais do que o custo total dos estádios. Segundo a FIFA apresentou projeto de 8 (oito) e não 12 (doze) arenas esportivas (estádios). Quatro estádios, segundo a FIFA não está no plano da COPA... Pelas conversas da FIFA e GOVERNO, tem-se uma idéia da situação...
A idealização da Copa do Mundo, pelo que atualmente tem-se visto não passa de pura manobra de manutenção de poder, ainda que tenha trazido inúmeros benefícios para o País. Tem o lado positivo, mas a ideologia política, talvez seja o maior trunfo daqueles que querem perpetuar no poder. Esse movimento anti-copa, nada mais é que a "articulação do próprio Governo seus alidados afins" com o objetivo de afastar a população de outros assunto mais urgentes de corrupção existente no cenário nacional, talvez seja "a jogada mais inteligente para perpetuação e manutenção do poder". Mais, o que tem evidenciado, é que o povo não está caindo nas graças da Copa, como se previa, descuidando--se de seus problemas mais urgentes, pois o endividamente da população é enorme, e ninguém vai relaxar com a "Copa do Mundo" afinal quem paga a conta é quem deve e o Governo não vai ajudar ninguém, mesmo decretando moratória para as dívidas pessoais (hipótese remota). Induziu o povo ao consumo, ao crédito desenfreado, a compra de carros, etc, e idealizou a Copa, mas sempre alguma situação não prevista surge no cenário, portanto, o povo endividado, com inúmeras greves acontecendo (perturbando o sossego, trabalho e bem estar da população) - as greves, paralizações e movimentos fugiram do controle - certamente será frustante o resultado positivo previsto, com segundo intenções. Mesmo, na hipótese do Brasil vir a se tornar campeão, o mau humor da população não será transformado em alegria e vibração. Tem outro fator importante, é que muitos que presenciaram a derrota do Brasil ao Uruguai na Copa de 1950, morreram, e talvez seus descendentes torcedores não têm mais interesse nessa Copa de 2014, afinal passaram mais de 60 anos, e esta geração tem mais esportes além do futebol para a pratica desportiva.