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quarta-feira, 8 de agosto de 2012

A MORTE PASSEIA ENTRE NÓS

A morte não manda recado, ela está presente entre nós, passeia e de repente leva algum de nós. Não existe notícia antecipada da morte. Ela vem para todos, sem exceção. A vida é bela, passageira, um milagre sem igual, gostaríamos de gozar dela por tempos infinitos. Todavia, existe o tempo, o limite, e a morte. Vivemos sem saber quanto tempo resta de vida, segundos, horas, dias, meses, anos, enfim, ela esta nos rodeando, é um fato existencial natural, que alguma hora chega a cada um. Nesse momento, chegou para buscar muitos, muitos, em todos os cantos do mundo. Por isso, o tempo é valioso, a vida é um milagre sem fim, enquanto temos vida, tudo pode se realizar.  Não jogue fora o tempo que tem, cada instante,  cada segundo de tempo para viver em máxima felicidade, em paz, amor, união, fraternidade, solidariedade, afinal a morte vem, passeia no meio de nós... Você ainda que tem tempo de vida, lute, lute sempre porque a vida é sem igual, apesar das dores, sofrimentos, compensa lutar, porque sempre o sonho se realizará, a tempestade passará, a noite terminará e virá o sol a brilhar...

segunda-feira, 30 de julho de 2012

OLHAR JULGANDO

Temos uma tendência natural de olhar as pessoas, emitindo pré-julgamento, pela simples aparência, talvez até inconsciente.Temos padrões de beleza, e ao olharmos as pessoas, logo emitidos um pré-julgamento, como as pessoas fossem apenas embalagens, vitrines, catálagos ou cardápios. Perdemos boas amizades, amores, paixões, porque simplesmente olhamos e nem sequer paramos para atentar o "que efetivamente até além daquele ser humano".  Olhamos simplesmente, como se fosse mais um objeto a apreciar numa vitrine de liquidação de um grande complexo comercial de consumo (shopping). Tenho sempre na lembrança uma passagem bíblica, quando Deus foi escolher o Rei Davi, dando a tarefa para o profeta Samuel. O profeta, segundo relato no versículo 16,  I Samuel, atendendo a ordem divina, foi a luta. Chegou na casa do pai de Davi (Jessé), e já viu um "bonitão" (olhar) e pensou achei, era Eliabe, todavia, viu a aparência desse cidadão, mas não era o ungido. No verso 7 do capítulo citado, disse Deus a Samuel: "Não atentes para a sua aparência, nem para a sua altura, pois eu o rejeitei. O Senhor não vê como vê o homem. O homem olha para o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração".   Esse procedimento de olhar julgando pelas aparências é humano, já vem de longos anos e décadas, o que pode resultar num grande equívoco, conforme se extraí do texto bíblico citado, podendo também ser retirado de inúmeras situações da vida, livros, contos, etc...  Dentro desse contexto, trago a transcrição de um texto escrito por Dom Orlando Brandes, comentando sobre o "olhar amoroso de Deus":  "... Que possamos olhar a realidade com os olhos de Deus. Está é uma graça que cura nossas cegueiras e miopias. (...) Possamos nós olhar a realidade com os olhos de Deus. Nossa visão não é global, mas o olhar de Deus possibilita-nos ter uma cosmovisão mais real da vida e da história até o dia em que o veremos face a face. ELE enxugará toda lágrima de nosso olhos". (O olhar amoroso do Pai - Dom Orlando Brades - (Folha Opinião - Folha de Londrina , sábado 28 de julho de 2012).   Na nossa caminhada diária, possamos tirar lição maravilhosa de vida, ou seja, "as aparências enganam". 

segunda-feira, 2 de julho de 2012

PROTEÇÃO LEGAL DA HONRA



Nos dias atuais, temos tido notícias de fatos chocantes, causados por  fatos reais, denunciados nos ambientes virtuais (twitter, orkut, youtube, facebook e mídia social de relacionamentos e redes sociais) a semelhança de “reality shows”. É óbvio que a virtualidade é ferramenta tecnológica  indispensável para o dia-a-dia, levando em conta a dificuldade de se locomover aos quatro cantos do mundo, a fim de realizar negócios, manter relacionamento pessoais, contatos, estudos, enfim, infinidades de afazeres,  que embora possíveis, não poderíamos realizar com rapidez, economia e baixo custo. É fato cediço que a informação virtual é impiedosa, sem limites e barreiras e está sendo utilizada largamente para atingir a honra das pessoas, inclusive, na forma de anonimato. Em certos fatos, embora não seja rotina ocorrer, temos visto que a sociedade, tem se deliciado com “shows de xingamento e humilhação como forma de entretenimento”, contra seus próprios semelhantes. A honra requer o respeito da sociedade, das pessoas e uns dos outros, representado pela estima de mérito pessoal, moral, intelectual ou profissional, que alguém goza no ambiente em que vive, inclusive. Constitui um bem, pelo esforço  pessoal, bom nome, reputação. No Brasil, existe a proteção constitucional contida no artigo 5º, incisos V e X (é assegurado o direito de resposta, proporcional ao gravo além da indenização por dano material, moral ou à imagem; são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação), complementado pelo artigo 953 do Código Civil de 2002, além da tutela penal específica dos artigos 138, 139 e 140 e em outras leis esparsas. Quando se refere à honra, logo se associa à imagem, que projeta e individualiza uma pessoa no meio social.  Sempre teve a honra uma proteção em legislações diversas, ao longo da historia, pois  segundo os romanos “a honra vale mais que a vida”. Proteger os delitos contra a honra é um direito fundamental da pessoa humana. A lesão à honra constitui um ato ilícito, como forma da preservação da respeitabilidade aos direitos da personalidade (intimidade, imagem, privacidade, nome, convicções religiosas, filosóficas, políticas, relações afetivas, etc..). Configurado a lesão e/ou ofensa a honra,  surgirá o dano, com punição a  nível penal e civil. É fato notório que a dor sofrida, não se restituirá ao plano anterior antes de sofrer a lesão, todavia, a indenização quantificada, após a busca da tutela jurídica, do devido processo legal, como justa medida da aplicação do direito, de certa forma trará um alívio, um conforto, uma sensação de punição, mas jamais fará voltar ao estado anterior, pois são danos irreversíveis, como voltar “águas passadas”. Mesmo que a reparação patrimonial (indenização) não represente uma perfeita restituição ao estado anterior, assumirá a indenização uma função de compensatória, a traduzir-se no efeito pedagógico que há no pagamento de uma indenização pecuniária, constituindo-se esta penalidade mais significativa ao lesionador (condenado). Em nosso mundo capitalista e consumista, o “bolso é a parte mais sensível do corpo humano”, portanto, do dinheiro e do lucro, fará com que o agente lesionador, repense sua forma de agir.


Artigo publicado no Jornal "Folha Regional de Cianorte", edição de 01 de julho de 2012.          



segunda-feira, 25 de junho de 2012

MUDANÇAS & TRANSFORMAÇÕES



A todo momento temos visto falar que precisamos de “mudanças e transformações” na política, na economia, no meio ambiente, enfim, em todos os locais onde o homem está presente (sociedade, país, mundo, planeta..). Essa é a preocupação constante, ou seja, mudar para melhor, é lógico. Em que pese vivermos num mundo tecnologicamente moderno, assim melhor dizendo, todavia, nada alterou no elemento humano e seu DNA. A noção de mudança  é ideia de melhorar; transformar é uma ideia de pior para bom, regular e assim para uma situação ótima. Não se trata de mudar palavras em situações fictícias, mas sim a realidade onde vivemos, trabalhamos e passaremos o resto de nossa vida: nosso bairro, cidade, estado e o país, talvez até o mundo. Em época eleitoral, como atualmente vivemos (eleições municipais) presenciamos candidatos prometendo mudanças profundas, com enfrentamento de questões do dia-a-dia do cidadão: saúde, segurança, educação, emprego, moradia, mobilidade urbana, corrupção..., enfim, mudanças e transformações que mobilizam o eleitor cidadão a simpatizar e votar de boa fé, cumprindo o dever legal de votar. Infelizmente, mudanças e transformações, exigem sacrifícios, compromissos, dificuldades e o encorajamento de toda à sociedade para que nossas ações possam transformar a cidade, numa cidade feliz e mais humana, assim também nosso país, o mundo em geral, superando crises e problemas. É obvio que coisas mudam sempre a todo momento, inclusive, a vida numa dinâmica sem precedentes, mesmo que seja natural. Queremos sempre mudanças e transformações estruturais sem repetições e retornos, mas, esquecemos que somos humanos e neste aspecto embora tentamos, não conseguimos atualizar e transformar num ser evoluído ética e moralmente, pois temos vícios que estão no próprio DNA. Existe a possibilidade de moldar e estabelecer regras de convívio e comportamento social, todavia não é uma alteração das características do ser humano, pois essa não se altera com regras, leis, regulamentos. Não pode se deter o mundo, pois apesar dos consertos e reparos, continuamos humanos e não máquinas desenvolvidas, com atualização diária de software. Ainda que o ser humano possuidor de razão, desejos, vontades, livre arbítrio, paixões, nada impede também que tenha dignidade, coerência, postura, honestidade, atitudes éticas e decentes, transparência, o que anda faltando em muito no atual Brasil, salvo exceções, que toda regra tem. O certo é que, mesmo sendo humanos e imperfeitos, nas eleições de 2012, os eleitores têm esperança que os pretensos candidatos tenham no mínimo senso moral e escrúpulos, já  que muitos pretendentes serão barrados pela Lei da Ficha Limpa.     

Artigo publicado no Jornal "Folha Regional de Cianorte", edição do dia 24 de junho de 2012. 

domingo, 24 de junho de 2012

VIVER É UM MILAGRE

A vida é um espetáculo sem igual. É uma maravilha estar vivo todo momento. Não importa que tenhamos a previsão da morte. Mas o ciclo da vida, tem que ser vivida com intensidade máxima. Talvez por inúmeras situações, vivemos como lixo... Não vivemos plenamente, porque estamos engessados no mundo do consumo, da virtualidade, das convenções, da religião secularizada, da hipocrisia... Deixamos de viver o maior espetáculo que nos é reservado, entregue ao ódio, a ira, a inveja, mentiram, hipocrisia, enfim, coisas tidas como "lixo", nem pode ser reciclado, porque  é  impróprio e não servirá para ninguém aproveitar. Diante das situações que são colocadas em nossa vivência, às vezes não sabemos com certeza quem somos na verdade?  Nossos traumas humanos, não passam desapercebidos, pois é impossível, em razão de trazer as tristezas, o choro silencioso, para ninguém ouvir;  a perda irreparável de um entre querido, de um amor não correspondido, talvez daquele que foi nosso companheiro (a)  pela vida, na luta diária. Vida é luta, mas uma luta saudável de procura, de significado, de descobrimentos... como tempo, tudo altera a cada instante, nunca é igual o amanhecer e nem o anoitecer. Não tem repetição. Isso que é um milagre completo, estamos aí nessa luta, vivendo desligados inconscientes de que só é possível viver uma vida, um dia, um momento e não voltar mais para viver. Viver é hoje, o passado são lembranças, talvez não queremos mais reviver o passado; o futuro a perspectiva de viver, incerteza absoluta; hoje, presente, é a vida, amor, perdão, fé, sorriso, amor, realização, luta constante, o milagre acontecendo a cada instante, sem medir, sem preocupar como passará e como ocorrerá o inevitável...   



"Viver pra ser melhor também é um jeito de levar a vida..."
 (Senhor do Tempo  - Charlie Brown Jr).

segunda-feira, 18 de junho de 2012

PRESERVAR O MEIO AMBIENTE

Encontra-se em andamento nesta semana a conferência Rio+20, convocada pela ONU, com participação de 193 dos Estados-Membros nas negociações, por objetivo discutir propostas para o desenvolvimento sustentável e uma consciência ambiental.  Está em jogo, ainda, entre outras propostas, criação de um fundo internacional para financiar o processo em torno de 30 bilhões de dólares ao ano, contudo, tal proposta vem sendo vista com reservas, já que muitos países inscritos como doadores estão em crise financeira. A Presidente Dilma, pediu em seu discurso, o “...compromisso de todos os países com um modelo de desenvolvimento sustentável que não oscila de acordo com a economia e tenha como base três princípios: incluir, crescer, preservar”.  Todos nos reconhecemos, nos dias atuais, que nosso meio ambiente frágil é atacado com facilidade, danificado rotineiramente, com poluição do ar, rios, mares, o que prejudica a camada de ozônio. Além disso, destruímos florestas, esvaziamos os recursos minerais, levamos várias espécies à extinção e causamos devastação no planeta, jamais visto, basta se ver “lixo para todo lado”.  O atual interesse pela sustentabilidade surge como tomada de consciência ambiental do cidadão, iniciando-se os debates em 1987. Desenvolvimento sustentável é aquele que atende às necessidades do presente sem comprometer a capacidade das futuras gerações de atender às suas próprias necessidades. O desenvolvimento sustentável, outrora objeto da literatura ambiental, vem sendo assunto de economia e outros setores da sociedade como um todo, já que está interligado a produção de bens de consumo, em jogo à própria sobrevivência humana e do planeta. O mundo tem boas razões para ser grato à nova consciência ambiental das pessoas. Somos pessoas, agentes e pacientes, cujas necessidades, liberdade de decidir e pensar, deve ser levado em conta  na medida do possível,  para uma ampla discussão sobre política ambiental, evitando ocorrer uma “ditadura verde”. Como seres humanos, somos mais poderosos que outras espécies, portanto, temos mais responsabilidades em relação ao meio ambiente. Deve-se adotar políticas públicas, que levem as pessoas a pensar sobre as tendências atuais de consumo sustentável, com a devida atenção para necessidade de contenção e retenção, a começar por países ricos. Que papel, então deve caber aos cidadãos na política ambiental?  Primeiro, deve envolver a capacidade de pensar, valorizar e agir, levando a entender que como seres humanos e agentes, devemos procurar uma direção para um consumo sustentável. Segundo, temos razões para valorizar a liberdade de participar das discussões de regulamentos de exigências ambientais, sem ameaçar futuras gerações e também não reduzir a capacidade de cidadania de cada cidadão hoje, ampliando o alcance das discussões públicas. Num contexto ecológico, devemos ter em mente a preservação do meio ambiente como necessário, para nossa própria sobrevivência e do planeta, ajudando futuras gerações a ter a liberdade de usufruir do ar fresco  e recursos naturais  que gerações anteriores usufruíram, adotando um desenvolvimento sustentável,  uma consciência ambiental, o que exigirá sem dúvida alguma, sacrifícios e desconfortos.     


Artigo publicado no Jornal (Folha Regional de Cianorte) dia 17 de junho de 2012.    

segunda-feira, 11 de junho de 2012

GARANTIA AO DIREITO DE SILÊNCIO



Muitos acontecimentos recentes noticiados pelos veículos de comunicação, acerca de pessoas envolvidas em investigações criminais e políticas, acusados de terem praticados condutas delitivas, com presunção de culpa, têm, quando dos seus respectivos interrogatórios ou apresentação de esclarecimentos, garantidos o direito ao silencio. Personagem principal desta situação ocorreu na CPI do Cachoeira, recentemente  quando  “Carlinhos Cachoeira” disse “não 48 vezes para os deputados e senadores no dia 22 de maio”, ao recusar responder as questões da CPI em Brasília, quando ali compareceu com o seu defensor. É direito do acusado (em processos judiciais, procedimentos administrativos ou inquérito policial) de permanecer em silêncio, e de se recusar a responder as perguntas que lhe foram formulados, sendo uma das garantias albergadas pela Constituição Federal de 1988, artigo 5º, LXIII (“o preso será informado de seus direitos, entre os quais o de permanecer calado, sendo-lhe assegurada a assistência da família e de seu advogado”). Outras Constituições de  O STF ao conceder esse direito aos acusados, não faz mais que cumprir a Constituição, da qual é o máximo guardião, expressando  na decisão Min. Celso de Mello na MC no Habeas Corpus 113.548-DF. Não é o direito ao silencio a criminalização da mentira, pois a finalidade de um processo judicial instaurado, é dar uma resposta justa à sociedade pela pratica criminosa. É na verdade, um direito fundamental do cidadão, do ponto de vista constitucional, relevando que o direito é instituído de convenções, afim de manter o bom convívio social e o homem instituiu o Estado, afim de ser seu protetor. Nenhum pseudo culpado, com indícios de provas contra si próprio, mesmo legitimado a falar (que está na condição de suspeito não assina termo de compromisso de dizer a verdade), vai aceitar a culpa ou autoria do fato, ou fornecer informações para gerar sua própria condenação,  que poderia ocorrer uma declaração contra si mesmo. É natural ao homem defender-se e existe a previsão no artigo 186 do CPP, de que o “silêncio não importará em confissão, não poderá ser interpretado em prejuízo da defesa”. Cesare Beccaria na obra Dos delitos e das penas, p. 31 escreve: “Recorra-se à experiência e comprovar-se á que os juramentos são inúteis, pois não existe juiz que não convenha que nunca o juramento faz com que o acusado diga a verdade. A razão indica que assim deve ser, pois todas as leis opostas aos sentimentos naturais do homem são inúteis e por conseguinte nefastas”. A proteção legal não atende a um ilimitado direito à mentira, pois em caso de mentira, que poderia atrapalhar o andamento processual, diversamente da matéria alegada em defesa, será o pseudo culpado, responsabilizado nos limites da lei. Poderia se dizer que no “direito ao silêncio” a lei atenta ao bom senso, contesta a lógica de que  2+2=4 e sempre será quatro, mas, é de ressaltar que embora contrarie a lógica, é fato notório que a lei, através da Constituição, preserva a ordem fundamental de um Estado, garante o direito de liberdade  e convívio dos cidadãos, legitima e regula o exercício do poder, na construção de uma sociedade livre.  Por derradeiro, convém salientar que todo julgamento é com base em provas e diante destas, que o julgador formará sua motivada convicção: “O juiz tomará sua convicção pela livre apreciação da prova produzida em contraditório judicial, não podendo fundamentar sua decisão exclusivamente nos elementos formativos colhidos na investigação, ressalvadas as provas cautelares, não repetíveis e antecipadas (art. 155 do CPP).

Publicado no Jornal Folha Regional de Cianorte, edição de 10 de junho de 2012.   

AFINAL DE CONTAS A VIDA É REAL E NÃO VIRTUAL...

Augusto Cury, em sua obra I ntoxicação Digital, ed. Benvirá, 2a edição, 2024, p.135, escreveu: [...] A vida é dramaticamente curta para se v...