Pesquisar este blog

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

A REVOLTA POPULAR DO EGITO DE 2011

Recentemente anuncia a imprensa a todo momento as manifestações populares no Egito, em face do governo de Mubarak, querendo a população em praça pública a queda imediata do ditador egípcio. É muito confortante ver a população em praça pública, nas ruas, querendo mudança. Esse tipo de movimentação ocorrendo no Egito, país de outro continente, pelas notícias trazidas pela mídia a todo momento, contamina o mundo inteiro. É verdade. Povos que entendiam ser o governo deles o melhor, passam a questionar a situação que vivem. Relevam a liberdade, a dignidade, o emprego, condições de vida, alimento, saude, emprego, enfim, auto analisam a sua dignidade e também a autoridade a que estão submetidos. Pela ocorrência dos fatos no Egito, certamente o oriente médio será contaminado com essa onda de revolta e pressão, atigindo outros países em sua volta. O povo quando vai as ruas, já está cansado de ser espoliado em todos os sentidos. Velipendiados nos seus mais íntimos direitos de sobrevivência, assolados por um regime ditadorial, constantemente pressionados, reféns. Legítima a manifestação no Egito. Toda a manifestação em praça pública, ela é legítima, mormente quando o cidadão utiliza seus direitos de resistência, como é o caso do Egito. Torna-se insuportável a cidadão viver sob o aguartelamento e ferindo em sua dignidade. Tanto riqueza naquele país e ao contrário, a população, pagando horrores para adquirir alimentos. Talvez a exigência de reformas reais e democráticas sejam a solução para o Egito, e que a exigência popular da deposição imediata de Mubarak, possa ser um nosso tempo de construção em todos os sentidos para os egípcios. Veja que as manifestações são "revoltas populares" constatadas pela mídia, portanto, não é um movimento religioso (mulçumanos ou cristãos). Todos estão unidos pela mudança, já que a população que está nas ruas nunca conheceram outro governante a não ser Mubarak nos últimos trinta anos. Viva a democracia, e certamente consolidada no Egito, trará estabilidade, justiça social, e felicidade àquela nação. Esperamos por isso.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

SIGNIFICADO DO CABO DA ENXADA

No meio rural do Brasil, a enxada é um utensílio (ferramenta) de trabalho democrático. Todos tem uma enxada, seja para qual for a cultura, a posição social, a quantidade de terras, sem distinção. A enxada é utilizada no meio das populações advindas da zona rural como um "simbolo de trabalho duro na terra". Ganhar a vida com enxada, ou seja, trabalhar para retirar o sustento. Dar duro no cabo da enxada, quer dizer, que o trabalho é duro, ninguém quer trabalhar com ela, já que a "enxada é um utensílio de ferro, que se adapta um cabo longo de madeira". Cada população rural do Brasil, tem seu tipo de enxada. No norte do Paraná, com influência de mineiros e paulistas, também tem a enxada necessária para a lavoura de café, e também para outras culturas. Da mesma forma, o cabo de madeira posto. Tem gosto para tudo em matéria de enxada. A enxada é a ferramenta mais singela e democrática que se conhece, tanto para o meio urbano como para o meio rural. Foi motivo para cantigas sertanejas ou de viola, bem como, literatura, poesia. Na política, é utilizada como símbolo de retidão, justiça, trabalho. Muitos políticos utilizam a metafóra da enxada, para dizer que "eleitos farão muito em prol da população". Os mais antigos diziam aos filhos, para estudarem, senão "vão ter que pegar no cabo da enxada". Lembro de situações em que os meus parentes moradores da zona rural, ameaçando os filhos que "se não obedecessem iam mandar para a lavoura carpir com a enxada". Nesse caso para os castigados, até parece tortura. Contudo, o trabalho é digno com enxada ou outra ferramenta, mesmo a mais moderna máquina. Existe a dignidade do trabalho humano. Outro fato que se dizia com muita propriedade "era que, com a enxada se corta o mal pela raiz" ou "com a enxada vai se cortar de baixo para cima toda a corrupção". Mais a enxada deu muito sustento as famílias, já quem bem pouco tempo, grande parte da nossa economia era tocada a base de enxada e da força bruta do homem. Mais da metade da população até a década de 70 morava na zona rural, com lavoura eminentemente familiar, com baixa produtividade, em razão da falta de máquinas que poderiam melhorar a produção. Não tinha acesso a mecanização agrícola, vindo a ser implantado no campo após a década de 70, desalojando as famílias de suas propriedades, porque não tinham como adquirir máquinas motorizadas para sua lavoura. Com raríssimas exceções, as famílias de pequenos proprietários que tiveram acompanhamento direto do sistema de cooperativismo. Tenho como digno o trabalhador ou trabalhadora, que um dia utilizou a enxada para seu sustento, e ainda a utiliza, para carpir sua lavoura, horta, quintal, produzir frutos, onde for necessário. É uma ferramenta democrática. Todos tem possibilidade de possuir, uzar e com ela tirar melhor proveito. Não é tortura alguma manusear a enchada, com cabo mineiro, paulista, seja qual for o tipo de cabo. O trabalho com a enxada, como ferramenta manual democrática, traz resultado, frutos, sustento, dignidade, felicidade, gerando riquezas, alimentos, moradias, empregos.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

ESCRAVOS SEM ALGEMAS

O título é sugestivo. Na verdade, inconscientemente somos "escravos sem algemas". Veja que somos entendiados pela mídia consumista, a comprar, a ter, a possuir. O padrão de beleza para as mulheres "magra" e muitas em busca deste ideal de beleza, perfeição, acabam-se perecer na morte, ou ficam com seqüelas para a vida. Ao invés de beleza, fica a tortura. Gastamos dinheiro adquirindo bens diversos, afim de manter uma posição social, no final guardamos na garagem, após pouco uso (tudo é mais é novidade, pois a mudança é diurturnamente para manutenção da indústria e aquilo que você comprou a uma hora atrás já não é mais?). A tortura do carnê, do cartão de crédito, dívidas, atormentam nossa vida, retirando nossa saúde e prazeres simples da vida. Já não sentimos a respiração. Muitas das vezes levados a ruína mental e material, submissos e depressivos, como animais recuados dentro da toca. Trabalhamos cada vez mais para pagar nossas contas e os impostos. Que tortura, a sedução e magia do consumo turbinado nos contamina. Acabamos de comprar um celular ultimo tipo, o qual achavamos ser o "top de linha", ficamos frustrado. O carro, o móvel da casa, enfim, uma variedade de bens desnecessários, que na verdade se tornarão um pesadelo, um fardo. Tudo é vendável, essa é a mágica da publicidade. Você não tem, não lhe interessa, o vizinho compra, você acaba comprando, não sabendo o motivo da compra e a forma de uso. As vezes, os produtores desses bens, turbinam o equipamento, jogam no mercado, pela aparência, acaba-se adquirindo como "novo", contudo, é o mesmo, com "vestido novo". É mole a nossa ignorância e nossa fome de consumir. E os manuais corroem nosso tempo em consulta para ser utilizados os equipamentos do último modelo. Compramos as vezes para "poupar o tempo, ganhar tempo, rapidez", e roubamos de nos mesmos momentos preciosos de amor, solidariedade, convivência. Onde está o tempo economizado? Essas são algemas atuais. Não conseguir viver sem consumir, e aí, passamos a ser escravos do "ter e possuir". Infelizmente temos plantado na mente a definição de sucesso das pessoas pelos que elas têm, pelos elegantes carros, marcas, grifes, poder, vestes, ainda que dentro delas sejam um sepulcro. Não que consumir não seja necessário, um pecado. Temos que consumir, mais com equilíbrio visando "necessidade/custo/benefício". Esquecemos das coisas simples da vida. Queremos ser celebridades permanente, e pagamos um alto custo por isso. Subjugados e sendo subservientes, tornamos "escravos sem algemas", ou seja, "ao mesmo tempo liberto e sobre o jugo inconsciente de nossas necessidades, ainda que superflúas". Invés de uma vida simples, buscamos as frugalidades para satisfazer nossas múltiplas insatisfações. Vincent Kartheiser, o Pete Campbell da série "Mad Men", em entrevista ao jornal "O Estado de S. Paulo", caderno 2, quinta feira 27/1/2001, disse: "[...] As pessoas estão muito desorientadas na vida. Se elas fossem viver uma semana como celebridades, desejariam suas vidas de volta". .

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

PENSAR NÃO É CRIME. É LEGAL

Na correria do dia-a-dia, denota-se que as pessoas não param para pensar. Também para chorar, amar, respirar ar puro, enfim, tudo passa rápido. É claro que as pessoas "correm para pagar as contas" porque ninguém faz isso por elas. Existem mil desculpas para não pensar. Pensar não é doença. É ao contrário, é sanidade pura, é reflexo, é levar a racionar na hora da compra, do consumo voraz, sem necessidade. É ainda, estar atento as coisas que ocorrem ao nosso lado. Não somos máquinas, onde as informações são inseridas, gravadas e reproduzidas. Somos gente. Temos fome de amar, ser amado, ser tocado, é muita coisa para se pensar. É belissimo pensar. Pensar no amor perdido, na saudade que ficou, no amor atual, nos filhos, nos netos, nas pessoas, na comunidade, nas tragédia ocorridas, enfim, é necessário pensar. Pensar é a única privacidade que temos. Ninguém vai ficar sabendo do que se pensa. É ato privativo do ser humano. Olha que situação ímpar o pensar. Não existe tortura, nem culpa, nem constrangimentos, enfim, é liberdade total. É sonho possível de realizar. É liberdade pura da consciência. É viajar pelas asas da imaginação sem limitação, como se partisse de um porto para o mar aberto, para chegar algum lugar.

domingo, 23 de janeiro de 2011

PROJETO MINHA CASA DO GOVERNO FEDERAL

É lamentável como a população utiliza de projetos sociais do governo, afim de levar vantagem. Veja-se que ultimamente a mídia tem divulgado que as "moradias populares" de alguns locais, já estão sendo negociadas pelo pretensos compradores, sob a desculpa de "não terem como pagar as contas", alegando que a renda é insuficiente para suportar as novas despesas com a almejada casa própria. Tem cidadãos, conforme o noticiário, que a renda advem da bolsa família, como o caso de Feira de Santana (Bahia). É nítido que o programa "Minha Casa, Minhha vida", lançado pelo governo anterior, utilizado de forma intensa na campanha eleitoral a presidência em 2010, tem sido alvo denúncias. Denota-se que a população que recebe essas moradias (segundo o programa era voltado para as famílias com renda até 4.850,00 - quanto menor a renda, maior o subsídio do governo), pelas notícias veículas, não conseguem pagar o montante da prestação, mais condomínio, água e luz. Com essa desculpa repassam para outras pessoas, em forma de ágio, o que prejudica o programa social de habitação. É exemplar que as pessoas que recebem essas moradias fiquem cadastradas, e assim, quando necessitarem novamente do benefício em outros programas de habitação popular, sejam reijatadas, como forma de punição para a renúncia do benefício concedido anteriormente. Somente um cadastro nacional de habitação, poderá por fim ao ciclo vicioso do benefício governamental, impedindo novos cidadãos de se beneficiarem da política habitacional do governo, conforme implementado. É uma forma de exclusão, contudo, as pessoas passam a ter responsabilidade com aquilo que receberam para ter uma moradia digna (subsidiada pelo dinheiro público dos impostos dos cidadãos), assim, evitar que "negócios comerciais rendosos" com as obras de caráter social (programa minha casa, minha vida). Outro aspecto é não misturar o projeto Minha Casa - Minha Vida, com situações de desalojamento em face de planejamento urbano, chuvas, casos da região Serrana do Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo, que são projetos diferentes da política pública de habitação popular. Esta tem o caráter social, e as outras situações emergenciais, portanto, diferente os cidadãos beneficiados, pois estes tinham habitações e foram dizimadas.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

O BRASIL PRECISA DE CIDADÃOS COM CIDADANIA

A cidadania é a expressão efetiva do cidadão dentro de uma sociedade, desde o campo normal de deveres e obrigações. É receber do estado, todos os direitos sociais garantidos pela Constituição Federal (cap. II - Dos Direitos sociais Art. 6º São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 64, de 2010). A cidadania é uma conquista da sociedade. A democracia (escolha de nossos representantes via voto secreto) é uma conquista da sociedade brasileira, através de lutas para implementação de uma sociedade justa e o direito de escolha de seus representantes no poder. O exercício da cidadania é interativa, pois surge do relacionamento do dia-a-dia. É um movimento ativo do cidadão, pois com o relacionamento que se estabelece com seu semelhante, flui a solidariedade, o companherismo, respeito, dignidade, virtude necessárias para um bom relacionamento. Assim agindo, certamente estará se conquistando direitos, em muitos segmentos da sociedade (política, cultura, arte, ecologia, ética). A cidadania é uma eterna construção dos cidadãos, para uma sociedade melhor, onde a paz social é sua base. A consciência do cidadão deve ser norteada pela ética, pela paz, solidariedade, enfim, valores que enobrecem o ser humano, afim de receber tudo aquilo que é prometido e resguardado pela Constituição Federal, conforme estampado no artigo 6º (educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados). É desempenhar seu papel na sociedade, no serviço público, no trabalho, na política, em qualquer situação, afim de que se possa resgatar os "excluídos, injustiçados, desfavorecidos, desempregados, sem teto, sem terra, sem saúde, sem justiça, desprotegidos, analfabetos, marginalizados" assegurando-lhes a verdadeira cidadania, realizando-se a justiça social. Nada nasce pronto. A cada dia teremos novos desafios na vida social, requerendo novas conquistas afim de implementar a cidadania, para termos "cidadãos com cidadania".

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

CORRUPÇÃO CICLICA

Manchete da Folha de Londrina - O Jornal do Paraná de 20/1/2001: "PF prende ex-superintendente de Paraná", fato esse decorrente de eventuais irregularidades na gestão do porto de Paraná. Será a corrupção uma doença viral? Sai governo, entra governo, e ocorre os mesmos fatos, as vezes de uma forma diferente, contudo, desde que, retira-se indevidamente vantagens e recursos públicos certamente trata-se de corrupção. Veja o Paraná, segundo denúncias da imprensa a corrupção na Assembléia Legislativa, no Porto de Paranaguá e assim por diante. Pelo que ocorre no Paraná, poderá imaginar a corrupção na esfera federal e em outros estados e em outros portos do Brasil? Quem paga tudo isso é a população. Impostos caros, produtos caros, efeito cascata na importação, desagio da expostação, infinidade de fatos que afetam o brasileiro no seu dia-a-dia. Veja abaixo artigo escrito por Daniel Ribeiro sobre a corrupção, transcrito para efeito de leitura e a música de Bezerra da Silva. Assim caminha o Brasil, eivado de corrupção, mesmo com o trabalho efetivo do aparato policial, judicial e receita federal.

• Por Daniel Ribeiro
• Publicado 29/05/2009
• Governo e Política
• Sem nota
Corrupção
A constância com que a Policia Federal desmantela quadrilhas de larápios de todos os matizes país afora, não chega a ser alentador, mas desalentador, tal o volume e suas ramificações por todos os campos da sociedade.Na sua maioria, são grupos que dilapidam o Erário Público num oficio de rapinagem que revela tratarem-se não de quadrilhas recentes, mas de máfias vetustas.
O vírusda corrupção que cresta na nossa sociedade e afeta a índole da nação pode ser visto como uma epidemia? Quais as ações para prevenir a sua disseminação?Ou, já de tal forma está tão enraizado nas nossas veias que ninguém dele escapa?
O vírus da corrupção parece não ter cura? Ou há um "coquetel" de medidas capaz de controlá-lo ou extingui-lo?Ou o único modo de combatê-lo além de leis e instituições fortes, é a vigilância constante da sociedade num autocuidado permanente?
Todo o vírus contém um elemento autofágico.Ao destruir seu hospedeiro para alimentar-se dele acaba se destruindo. Esta destruição se manifesta numa sociedade feita da desconfiança interna e, ao mesmo,tempo numa nação que se apresenta como um paraíso da indolência, do roubo, da impunidade.
Será esse o fim da sociedade brasileira, totalmente tomada pelo vírus da malversação, da sonegação, do "levar vantagem a qualquer custo"? Estão todos esperando apenas a sua oportunidade de dizer: "agora é a minha vez"?Ou, pior, aqueles que pautarem seu caráter pelos princípios da justiça e da honestidade mesmo nas coisas mínimas do cotidiano, serão motivo de execração pública? É trágico e desalentador fazer tal previsão, mas observando tudo que ai está e, ainda mais, ao que parece, aí sempre esteve, é impossível pensar de outra forma.
A virtude, a honestidade, o respeito pelo que não é nosso, pelo que é do bem comum, público, não é um mal na consciência e caráter da grande maioria dos brasileiros, afirmamos. Ainda é possível acreditar nisso?Ou estes são a exceção? A regra são aqueles que já são contumazes na mídia e nas páginas policiais?
Embora se observe as ações policiais revelando uma extensa e perene teia de corrupção e roubo entre os entes públicos e políticos fica evidente que a sua nascente está fora da esfera governamental.Se o corrupto aparece em maior evidência no público, ao que se vê o corruptor é sempre privado.
Será que chegar ao poder seja ele em que nível e instância for, é o definitivo teste do caráter do indivíduo, na sua mesquinhez e vileza ou na sua grandeza e nobreza?A realidade tem mostrado que estas últimas parecem cada vez mais raras naqueles que alcançam algum poder seja pelo voto, por concurso público ou por seu mérito dentro do mercado capitalista ou seja qual for a sua ideologia.
Ao usar este artigo, mantenha os links e faça referência ao autor:
O Vírus da Corrupção publicado 29/05/2009 por Daniel Ribeiro em http://www.webartigos.com
Fonte: http://www.webartigos.com/articles/18905/1/O-Virus-da-Corrupcao/pagina1.html#ixzz1BZmA1WeT

O Virus da Corrupção
Bezerra da Silva
REFRÃO
Ele vai subir novamente lá no morro
Apertando mão em mão, pedindo voto de novo.
A rapaziada já sabe que é o ladrão do dinheiro do povo!
Toda favela já sabe que é o ladrão do dinheiro do povo!
Quando ele está em campanha
Diz que vai resolver toda situação.
Depois de tá eleito adianta o seu lado
E dá uma banana para o meu povão
Perde a credibilidade, a moral e o pudor
Tira o pão da boca das crianças
Do aposentado e do trabalhador!
Ele vai subir novamente lá no morro
Apertando mão em mão, pedindo voto de novo.
A rapaziada já sabe que é o ladrão do dinheiro do povo!
Toda favela já sabe que é o ladrão do dinheiro do povo!
Na eleição passada,
Através do morro ele se elegeu.
Nada fez pelo pobre favelado
E num boeing de luxo desapareceu.
Foi comemorar a vitória em sua mansão
No distrito federal.
Eu só fui saber que ele estava vivo
Pq saiu como corrupto no jornal.
De norte a sul,
De leste a oeste meu irmão.
Como tem político contaminado
Com o vírus da corrupção! (2x)
Ele vai subir novamente lá no morro
Apertando mão em mão, pedindo voto de novo.
A rapaziada já sabe que é o ladrão do dinheiro do povo!
Toda favela já sabe que é o ladrão do dinheiro do povo!
http://letras.terra.com.br/bezerra-da-silva/1453199/

Isso tudo escrito e divulgado pela mídia, não é miragem e nem virtualidade. Está ocorrendo efetivamento no Paraná, no Brasil e no mundo. Assim caminhamos, torcendo e tendo esperança numa vacina eficaz contra essa doença maligna que apodrece os governos, os poderes, e traz ruína a população, já que eventual dinheiro de corrupção entra para o caixa "2" e aí vai para a política, vai corromper eleitores, candidatos, pessoas, formando um cadeia sem limites. Precisamos de "fichas limpas" "vacinas éticas" "mãos limpas" "qualidades morais", tudo praticamente esquecido após as eleições de 2010.

AFINAL DE CONTAS A VIDA É REAL E NÃO VIRTUAL...

Augusto Cury, em sua obra I ntoxicação Digital, ed. Benvirá, 2a edição, 2024, p.135, escreveu: [...] A vida é dramaticamente curta para se v...