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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

MEIO AMBIENTE E PLANETA - SENSO DE RESPONSABILIDADE

Meio ambiente e sua preservação e manutenção da terra (planeta) tem chamado atenção da população. Não considero culpa o uso do recursos naturais de forma módica, ou seja, para seu sustento próprio, dentro da normalidade e de forma sustentável. Mas, considero ideal, que as pessoas ao utilizar os recursos naturais, possam pensar sobre o uso racional daquilo que está a nossa disposição (água, ar, recursos naturais). Considero, que o primeiro passo, é se conscientizar (não achar culpado pela destruição do planeta), com atitudes pessoais próprias como o uso adequado da água, cuidado com o lixo, enfim, procedimentos primários e necessários que certamente vão contaminar os outros, exigindo uma reflexão. O lixo é nosso, por isso, em comunhão com as pessoas façamos o uso racional daquilo que necessitamos para viver. Comprar, consumir, gastar, exige um senso crítico: é necessário, eu preciso. A palavra de ordem, poderia ser aplicado a teoria da "culpa depressiva" "conceito criado pela psicanalista austríaca Melanie Klein "levando às pessoas ao sentimento de culpa, considerando-se uma evolução do ser humano, afim de é preciso para de vez de agredir o planeta". Esta teoria, pode ser encontrada no site:http://www.ip.usp.br/portal e em foi matéria do caderno sustentabilidade & meio ambiente do Jornal "o Estado de S. Paulo" dia 22/12/2010. Para evitar o caos, devemos gerar mudanças em todos os níveis: pessoal, nacional, global, para adoção de políticas no que se refere ao uso sustentável e racional dos recursos naturais. O sucesso e o alicerce começa no indivíduo, na família, se alastra, fazendo a diferença. Somos os responsáveis pela superação desta situação radical, na dimensão de difundir e trabalhar para que as mudanças possam efetivamente ocorrer na construção de um futuro sustentável para o planeta.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

ESCOLHAS SEMPRE SÃO NECESSÁRIAS

Apesar da data próxima do Natal, não devemos sucumbir ao consumismo exagerado, extraindo dessa situção um prazer indesejável, afim de cumprir ritos e solenidades instalados pela sociedade. Assumimos compromissos sem atentar a utilidade e necessidade, e deixamos as coisas simples da vida: amar, pensar, sorrir, sentir, olhar, andar, simplesmente viver, porque somos pessoas e humanos e não escravos, no linguajar mais puro da situação. Gosto da leitura de Lya Luft, por ser realista as situações discutidas em seus textos, notadamente na obra "Múltipla escolha", Editora Record, RJ-SP, 2010, página 168, escolhi o texto abaixo e transcrevo para completar a mensagem do presente texto.
[...] "Escravos da propaganda e servos de uma culpa generalizada e em sentido, transformamos datas que deviam ser de afeto e celebração em atormentação: pois não só precisamor ter, mas temos de cumular o outro de presentes que fogem em muito do nosso orçamento. E assim, de maneira tão simples e simplória, mais um elo no círculo infernal da nossa alienação".

Interessante a reflexão do texto transcrito, porque, nós na verdade, enquanto vivermos, somos chamados a cumprir inúmeras tarefas da vida, ainda que oprimidos, mas temos escolha a realizar. Assim é a vida, como diz a eminente escritora citada, na obra p. 185: "Um palco é uma escada, um corredor, um poço: está ali desde quando nascemos, com chão firme ou lajes escorregadias - que no correr do tempo a gente vai transformando numa cadeia de tentativas, erros, acertos e acasos. O que se abre para nós junto com cada uma dessas portas - o que ali vai se desenrolar por decisão nossa, seja ela vitória ou desastre -, que aposentos vão se elaborar, em que pátios vamos caminhar, em que águas vamos nos afogar, talvez?". Nem sempre é fácil na vida fazer escolhas. Certo ou errado, cabe a cada um de nós fazer a sua escolha. Nadar, afogar, viver, sobreviver, sair, correr, lutar, vencer, trabalhar, estudar, escrever, olhar, sorrir, amar, chorar, enfim, viver ainda é a escolha.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

ÁLCOOL O PERIGO CONSTANTE

Existem polêmicas a respeito das chamadas drogas leves, no que se refere a liberação. Como parte das drogas leves estão o álcool e o cigarro, problemas na verdade de saúde pública, além de outras drogas que os traficantes abastecem o mercado brasileiro. Retornando ao álcool, é uma droga de acesso fácil, e segundos estudos as crianças brasileiras desde de 10 anos quase 40% já tomaram bebida alcoólica. Existem várias frases sobre o álcool. Notadamente, tem uma out door, na avenida próximo ao Aeroporto em Curitiba, em amarelo que diz "Álcool é a entrada para drogas". Evidentemente essa droga são difundida pela mídia (cigarro também), tem grande apelo de consumo aceito pelos jovens. É provado que o uso abusivo de álcool é um problema de saúde pública, que causa violência doméstica, desagregação familiar, doenças várias, acidentes de trânsito, violência urbana, e mais, atinge violentamente a força jovem de trabalho. O vício do álcool e assim como outras drogas, devem ser combatidos ostensivamente pelo poder público, porque o mal social que traz para a sociedade é nefasto. O combate teve ser feito com fiscalização de venda para menor idade, conscientização do jovem, inclusive, dentro das escolas, das famílias, e também no ambiente de trabalho, de forma que a prevenção, possa evitar o pior, ou seja, o malefício do uso abusivo. Toda a prevenção, combate, fiscalização, deve ser feito em conjunto com o poder público, com as autoridades policiais, bem como, a sociedade civil organizada, afim de que conjuntamente possam cercear o uso abusivo. A conscientização do uso abusivo do álcool, deve começar pelas crianças, atingir os jovens, os adultos, enfim, toda população. Repensando o assunto, será que o uso abusivo não está sendo modelos copiados dos pais e de outros referenciais?

domingo, 19 de dezembro de 2010

REFLEXÕES PARA O NATAL DE 2010

Estamos no final de dezembro de 2010. Muitos fatos desagráveis ocorrem no mundo, no Brasil, e em nossa cidade, principalmente, com a perda de vidas prematuras em acidentes de trânsito. Contudo, resta aos viventes a comemoração do natal. Para os mineiros do Chile que permaneceram soterrados por aproximadamente sessenta dias, é provável que o "natal de 2010" tenha um significado marcante, e desde o momento que foram retirados da mina, certamente as suas vidas foram mudadas totalmente. Muitas tragédias, muitas situações perniciosas, acidentes, catastrófes mundiais, previsões, vitórias, e eleição no Brasil, enfim, seguimos a trajetória da vida. [... fé em Deus em pé na estrada...] Como cristãos somos chamados no tempo do advento, a preparação para o natal, assim designado o nascimento de Jesus Cristo, como é designado na fé cristã evangélica. Natal não deveria ser só a data designada (25 de dezembro), ou seja, a data eletiva, afim do consumo exarcabeto imprimido pela mídia, certamente afim de afastar as pessoas de refletirem sobre o significado efetivo do natal, para os cristãos. Pessoalmente entendo que "natal é todos os dias". Todo o dia é tempo de amar, perdoar, ser reto, cumpridor de deveres cívicos, sociais, morais, religiosos, éticos. É simples a eleição do dia de natal, contudo, se nós vivessemos os princípios cristãos efetivamente, certamente, seríamos mais felizes. Amar é doar. Perdoar é esquecer. Vamos ater a essas duas vertentes cristãs. Quanto coisa poderia render se amássemos "uns aos outros, como manda o texto bíblico?" (se eu não quero para mim não desejo a outro "amar o próximo como a ti mesmo"). Ora, se tenho amor e faço disso uma virtude, jamais teria desacerto na vida, tristeza, vergonha, confronto, miséria, pobreza, guerras, e uma gama de situações. Seria uma felicidade constante, isso é que deveria ocorrer nas situações, contudo, existe a adversidade, e isso é a situação de risco que estamos expostos (aí lutamos contra ela também). Essa sem dúvida é das vertentes da dimensão cristã do amor, que deve permear nossa fé, nossas ações, nossa vida. E, de igual forma, utilizar o perdão. Que maravilha? Menos estresse, menos doenças emocionais, porque o homem não é lixo? Cada vez que voce não perdoa, voce se torna lixo, e aí as coisas vão se acumulando e chega a exaustão: "depressão" "solidão" "sofrimento" e mais sua estima é "zero", aparecem uma imensidão de doenças? Não trabalha, não estuda, não vive, não ama, não sorri, fica feio (horrível). Basta verificar os índices de doenças emocionais que aterroziram as pessoas no Brasil e no mundo (Brasil um dos maiores consumidores de psicótropicos do mundo). Crises e mais crises. Refletir é importante, necessário e faz bem. Vamos adotar a política cristã do amor e do perdão, começamos por esses dois elementos, e com eles tomar o dia-a-dia, primeiramente, ao levantar, na família, na ida ao trabalho, no trabalho, na convivência, na atuação do trabalho, ser solidário, usar da gentileza, pedir licença, dizer um bom dia, boa tarde, boa noite até a hora de dormir. Respeitar a travessia do pedreste, quando estiver com pressa e aguardar o sinal verde efetivo, enfrentar filas em mercados, bancos e outros locais públicos para aguardar atendimento? E a turbulência no aeroporto (já com saudade da rodoviária?). Começa em mim, em você, vamos fazer de nossa família um local feliz, do trabalho, do estudo, da comunidade, e da vida. Isso é vida abundante, é qualidade de vida. É simplicidade que está ao nosso alcance. Não precisamos ir à lua, está próximo, depende de nós somente. Não esquecer que ante de tudo é ser humano, é pessoa, quer ser feliz. Feliz natal de 2010 e um ano de 2011 significante para todos. Deixo o texto bíblico de I Coríntios 13 1-8 "Amor", como leitura e meditação:
Ainda que falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa, ou como o sino que tine.
Ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda ciência, e ainda que eu tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
E ainda que distribuisse toda a minha fortuna para o sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
O amor é paciente, é benigno. O amor não inveja, não se vangloria, não se ensoberbece.
Não se porta inconvenientemente, não busca seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal.
O amor não se alegra com a injustiça, mas se regozija com a verdade.
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor nunca falha
..."

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

CARGOLÂNDIA

Nos dias atuais no Brasil vivemos a situação final de mandatos de governos estadual e federal. De igual forma, no legislativo estadual, federal, senado. Extensivamente a nível estadual e federal o momento atual atinge também as empresas estatais (federais e estaduais) autárquias, fundações, secretarias de estado, ministério e outros locais onde cargos são negociados de acordo com o QI político eleitoral, e muito restrito ao requisito competência. Temos verificado pelos noticiários o tempo da "cargolândia", embora troca aqui e toma lá, alterações de certa forma dentro da legalidade. Imagina-se o clima de Brasília Capital Federal, onde se considera a esfera mais alto do poder executivo? O que mais chama atenção é o poder de articulação que demanda essa troca de cargos. Fala mais alto os interesses do poder e o ingrediente eleitoral, já que em 2012 temos novamente as eleições municipais (prefeitos e vereadores). A Presidenta eleita Dilma fez as escolhas, com as diversas indicações partidárias, com suas preferências e o Governo Estadual do Paraná eleito Beto Richa, de igual forma. Assim caminha a democracia no Brasil. Sempre aguardamos com ansiosidade e esperança as promessas de mudanças, transformações, pois temos em mente que existindo a renovação de pessoas, existe a possibilidade de mudança na questão de gestão pública e a melhora de vida da população brasileira.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Amartya Sen e as mil facetas da pobreza

Amartya Sen e as mil facetas da pobreza

Que é a pobreza? Como se mede? Quem são os pobres? Por que são pobres? Amartya Sen, prêmio Nobel de Economia, dedicou sua carreira a responder a essas perguntas, cujas respostas são fundamentais para o desenvolvimento.

Definir e medir a pobreza e calcular as porcentagens dos pobres de um país ou de uma região não é uma questão só de cifras e médias. Em 1998, a Real Academia da Suécia conferiu o prêmio Nobel de Economia ao Professor Amartya Sen “por devolver uma dimensão ética ao debate dos problemas econômicos vitais”. Sen havia ultrapassado a teoria matemática para aplicar à economia uma visão social inovadora, mais realista e humana. Seu trabalho tenaz de muitos anos o ajudara a descobrir as múltiplas facetas da pobreza.

Segundo Sen, a pobreza é um mundo complexo e a descoberta de todas as suas dimensões exige uma análise clara. “Nós, seres humanos, somos fundamentalmente diversos”, explicou o professor recentemente durante encontro da Rede de Redução da Pobreza, iniciativa do Banco Interamericano de Desenvolvimento. “Não se pode estabelecer uma linha de pobreza e aplicá-la rigidamente a todos da mesma forma, sem levar em conta as características e circunstâncias pessoais”.

Certos fatores geográficos, biológicos e sociais multiplicam ou reduzem o impacto exercido pelos rendimentos sobre cada indivíduo. Entre os mais desfavorecidos faltam em geral determinados elementos, como instrução, acesso à terra, saúde e longevidade, justiça, apoio familiar e comunitário, crédito e outros recursos produtivos, voz ativa nas instituições e acesso a oportunidades.

Ser pobre, segundo Sen, não significa viver abaixo de uma linha imaginária de pobreza – por exemplo, auferir um rendimento igual ou inferior a US$2 por dia. Ser pobre é ter um nível de rendimento insuficiente para desenvolver determinadas funções básicas, levando em conta as circunstâncias e requisitos sociais circundantes, sem esquecer a interconexão de muitos fatores.

Em busca de exemplos, Sen se reporta ao mundo da mulher, campo no qual realizou estudos pioneiros, juntamente com seu trabalho sobre fome e liberdades e a economia da pobreza. A mulher com maior nível de instrução, explica, tende a ter um trabalho mais bem remunerado, mais controle sobre a própria fecundidade e um índice de saúde mais elevado para si própria e para seus filhos. Há muitos anos Sen defende a idéia de que a imagem da mulher como heroína relegada ao sacrifício pelo lar e pela família não a beneficiou em nada.

“Há disparidades sistemáticas entre o nível de liberdade de que desfruta o homem e a mulher em diferentes sociedades”, diz Sen. “Além da disparidade no nível dos rendimentos ou recursos, há diferenças em outras esferas, como a divisão das tarefas no lar, o nível de instrução recebida ou o nível de liberdade de que desfrutam os vários membros de uma mesma família”. A forma como um indivíduo deve apresentar-se para ser aceito em sociedade – a roupa que veste, a aparência que tem – limita e condiciona suas opções econômicas, fenômeno que Sen qualifica de “vergonha social”.

Sen recomenda que, em vez de medir a pobreza pelo nível de renda, calcule-se o que o indivíduo pode realizar com essa renda a fim de se desenvolver, levando em conta que essas realizações variam de um indivíduo para outro e de um lugar para outro. De outra forma, não teria explicação a existência, nos países ricos, de bolsões de pobreza nos países ricos, entre pessoas de rendimentos médios. Nos bairros marginalizados dos Estados Unidos, o baixo nível de instrução, a precariedade dos serviços de saúde, a falta de serviços sociais e a ameaça do crime violento tornam a qualidade de vida (medida em termos de longevidade, mortalidade infantil, serviços de saúde e educação e índice de segurança) comparável ou até inferior à de muitos pobres do resto do mundo, mesmo para pessoas de rendimentos aceitáveis que vivem numa sociedade rica.

Sen nasceu no estado de Bengala Ocidental, na Índia. Seu país e a China foram os laboratórios onde estudou economia do desenvolvimento. Hoje, é professor na Universidade de Harvard e reitor do Trinity College da Universidade de Cambridge. Sua vasta experiência nas áreas do desenvolvimento e redução da pobreza resultou num cabedal de teorias e ensinamentos que, acredita, são aplicáveis à América Latina e ao Caribe.

“A análise da pobreza deve concentrar-se nas possibilidades que tem um indivíduo de funcionar, mais do que nos resultados obtidos com esse funcionamento”, afirma Sen.

Outra realização de Amartya Sen foi abrandar o impacto do desenvolvimento. Com uma penada, aboliu o caminho regado a sangue, suor e lágrimas que se apontava às massas dos países subdesenvolvidos para alcançar o progresso. A velha teoria do sacrifício cedeu lugar à do êxito individual, que Sen subscreve sempre que exista uma rede de apoio social e uma democracia autêntica. Esta é a explicação de Sen para a grave crise financeira e social que em 1998 varreu a Ásia, região onde o esforço havia-se concentrado na produção e no êxito individual, mas que carecia de uma rede de apoio social e das liberdades próprias da democracia.

Acredita Sen que o problema da desigualdade tem muitas facetas, entre elas a pobreza. Ao longo de uma conversa plena de comentários sociais, aflorou, como era inevitável, o tema da globalização. Os protestos contra esse fenômeno, opina Sen, revigoraram um debate muito necessário sobre suas conseqüências. “A globalização não deve ser rechaçada sem discussão nem aceita sem uma crítica séria”, ponderou. “É preciso verificar em que medida está beneficiando o mundo. Se a proporção for 90% para os ricos e 10% para os pobres, é uma coisa; se for 70-30 ou 60-40 é outra, muito diferente.”

Charo Quesada - Publicado na Web em julho de 2001

DESENVOLVER E EXERCER A CIDADANIA

Amartya Sen,economista indiano. Nobel de 1998 (Ciências Econômicas), pela contribuição para a "Teoria da decisão social", e do "welfare state". Foi, juntamente com Mahbud ul Haq, criador do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que vem sendo usado pela ONU para medir o desenvolvimento dos países em relatório anual.Veja-se que o Brasil, vamos falar no que concerne a exclusão social da população, que diretamente atinge a criminalidade. Ora, é fácil entender a explosão da criminalidade, tanto nas favelas do Rio de Janeiro, como em outros locais do Brasil e no mundo, onde a pobreza se instala. A condição de pobreza esta intimamente ligado violência com a exclusão social. Cabe o Estado, preconizar políticas públicas afim de aniquilar a pobreza, coibir a criminalidade, inclusive, com isso canalizar os milhões de jovens para a educação, para o trabalho e formação profissional. É valioso desde criança, implantar efetivamente nas escolas públicas o ensino integral (poderia ter outros programas, mas este é no local adequado), intercalando ensino, esporte, atividades culturais, afim de que, as crianças nesse sistema possam adquirir disciplina, equilíbrio, sociabilidade, senso de referência de autoridade, entre outros elementos que possam a receber na prática desse aprendizado. Certamente todo esse esforço, refletirá na formação profissional, para o exercício de um trabalho diligente e responsável, bem como intelectualmente, de forma que os jovens que participaram desses programas, não possam ser futuros infratores e/ou criminosos, ou mesmo usuários de drogas afins. É isso que precisa o Brasil, investir na educação, na criança, e certamente teremos o futuro de desenvolvimento equilibrado, com menos eviolência e menos exclusão social.

AFINAL DE CONTAS A VIDA É REAL E NÃO VIRTUAL...

Augusto Cury, em sua obra I ntoxicação Digital, ed. Benvirá, 2a edição, 2024, p.135, escreveu: [...] A vida é dramaticamente curta para se v...