Visa o blog divulgar matérias sobre direito, política, vida e fatos, segundo o livre pensamento do autor do blog, e inserir no leitor provocações reflexivas, demandando o mesmo a pensar sobre o que foi escrito, os fatos descritos nos artigos, a realidade, tudo quanto se puder expressar através da escrita. Quando se fala em provocações, na verdade é dar um choque de realidade sobre o que se escreve, e levar as pessoas a refletirem sobre o conteúdo do escrito.
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quarta-feira, 6 de outubro de 2010
CORRUPÇÃO EXPOSTA
É antigo o problema da corrupção. Consta do texto bíblico (Bíblia de Jerusalém - Novo Testamento - Ed. Paulinas) em Lucas 12-3: "Portanto, tudo o que tiverdes dito às escuras, será ouvido à luz do dia, e o que houverdes falado nos ouvidos nos quartos, será proclamado sobre os telhados". Tem outras traduções em edições bíblicas diferentes, mas o sentido é o mesmo. O que pode extrair do texto, é que "Jesus prevenia na época sobre o comportamento dos fariseus, ou seja, "a hipocrisia deles (fariseus - uma certa classe dominante) que a principio exteriormente pareciam perfeitos e eram muito respeitados na comunidade, contudo, seus pensamentos, ações, conversas privadas, estariam contaminadas pela corrupção". Não é diferente nos dias atuais. Muitos escândalos e casos da rotina nacional e internacional (política, econômia, religião, vida social, etc) apesar de ficarem escondidos no interior de muitos locais por muito tempo, acabam por cair em público, ocasionando a ruína. O que o homem não entende, que apesar de toda a corrupção e outras situações que nos deixam tristes, todavia, sempre existe a esperança (possibilidade) de ser "proclamada, descoberta" (veja o noticiário do caso do médico especialista em fertilização Roger Abdelmassih em São Paulo janeiro/2009), então, vem a punibilidade de alguma forma. Isso é confortante nos dias atuais, apesar da larga carga de corrupção imperante, sempre existe a "proclamação nos telhados", ou seja, caí na imprensa, na mídia, na Justiça, no Parlamento, na Polícia, no Ministério Público, CPI, etc. Algum resultado positivo de punibilidade certamente ocorrerá. Vamos crer nisso, ou seja, a "corrupção não é a regra".
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
FALTA DE LIQUIDEZ
Observa-se nos dias atuais, a fartura do crédito fácil. Compra-se bens por 60, 70, até 100 meses, no caso de veículos. Existem ainda muitas ofertas de bens de consumo, com pagamento parcelado no cartão, em 10, 12 vezes sem juros, e outros parcelamentos acima disso com eventual acréscimo de juros. Tudo se compra financiado. Desde sapato, compras de mercado, veículos, casas, apartamentos, terrenos, enfim, uma modalidade de bens possíveis com pagamento parcelado. Também existem outros tipos de venda de bens, em forma de consórcios, também parcelado. O que se extraí dos dias atuais, é que a população, as empresas, etc, estão perdendo o poder de liquidez, capital de giro e poupança para pagamento à vista. Ninguém compra à vista. Veja que tudo que se compra hoje, é financiado, portanto, estamos sustentando os grandes banqueiros, com pagamento de juros. Talvez se pergunta, porque tanto parcelamento? A sede de consumo tomou conta de população, talvez pela condição ecônomica que o Brasil está vivendo, nível de emprego, desemprego em baixa, mais pessoas caminhando para a classe média, etc. Contudo, não se pode perder de vista, que o assalariado está endividado por conta de muitas compras parceladas e financiadas, muito embora o ganho salarial tem sido constante. No tocante a falta de liquidez, denota-se que os bens novos são vendidos por financiamento, e aí, não tem comércio os bens usados, porque não existe o financiamento. Assim, toma-se pé da situação, quando o cidadão necessita vender um bem "a vista" e não consegue, constatando-se portanto, que existe a falta de liquidez da sociedade (povo, empresas, etc). Aliás, tudo está se financiando, inclusive, o Governo com amplo crédito via BNDES. Onde vamos parar? Denota-se que a política atual é feita com ampla concessão de crédito via BNDES, ou seja, "gasto público". Certamente, ficará para o novo governante o compromisso de fechar as contas!
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
MORDAÇA: ATENTADO CONTRA A LIBERDADE
O último refúgio do oprimido é a ironia, e nenhum tirano, por mais violento que seja, escapa a ela. O tirano pode evitar uma fotografia, não pode impedir uma caricatura. A mordaça aumenta a mordacidade.
-- Millôr Fernandes
O episódio do Estado de Tocantins, com a liminar do Des. Liberato Póvoa que "decretou censura a Imprensa" (83 meios de comunicação na sexta feira 24/9/2010), pela não divulgação de "esquemas de fraudes de R$-615 milhões em licitações em 11 prefeituras de São Paulo e de Tocantins".
O que é o sentido da mordaça? "Tudo aquilo que se tapa a boca para não falar". E assim, a imprensa brasileira ficou impedida por alguns dias de divulgar os fatos públicos sobre o Escândalo envolvendo a coligação do Governador do Estado de Tocantins Carlos Gaguim. A mordaça, portanto, consistiu em censura a imprensa, afim de coibir as notícias sobre as "fraudes", com o fim único de preservar o poder, ou a continuidade deste, no caso.
Tal fato configura um verdadeiro "atentado a contra a liberdade de informar", já que os fatos são públicos e notórios divulgados por meio de um levantamento investigatório. Não foi a imprensa quem fez o procedimento investigativo, portanto, não poderia suprimir sua fuñção pública de informação, o que contraria o artigo 220 da CF: " é vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística. Para o Presidente do Tribunal Superior Eleitoral TSE, ministro Ricardo Lewandoski, disse em Salvador no dia 27/9/2010, noticiado amplamente pela imprensa: " Para mim, a imprensa é absolutamente livre para publicar o que bem entender, para comunicar a população", disse: "É até dever da imprensa fazer isso". É bem assim, tentar calar a boca, pode resultar em sufoco, e aí a coisa pega. Viva o Brasil, valorize a democracia.
-- Millôr Fernandes
O episódio do Estado de Tocantins, com a liminar do Des. Liberato Póvoa que "decretou censura a Imprensa" (83 meios de comunicação na sexta feira 24/9/2010), pela não divulgação de "esquemas de fraudes de R$-615 milhões em licitações em 11 prefeituras de São Paulo e de Tocantins".
O que é o sentido da mordaça? "Tudo aquilo que se tapa a boca para não falar". E assim, a imprensa brasileira ficou impedida por alguns dias de divulgar os fatos públicos sobre o Escândalo envolvendo a coligação do Governador do Estado de Tocantins Carlos Gaguim. A mordaça, portanto, consistiu em censura a imprensa, afim de coibir as notícias sobre as "fraudes", com o fim único de preservar o poder, ou a continuidade deste, no caso.
Tal fato configura um verdadeiro "atentado a contra a liberdade de informar", já que os fatos são públicos e notórios divulgados por meio de um levantamento investigatório. Não foi a imprensa quem fez o procedimento investigativo, portanto, não poderia suprimir sua fuñção pública de informação, o que contraria o artigo 220 da CF: " é vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística. Para o Presidente do Tribunal Superior Eleitoral TSE, ministro Ricardo Lewandoski, disse em Salvador no dia 27/9/2010, noticiado amplamente pela imprensa: " Para mim, a imprensa é absolutamente livre para publicar o que bem entender, para comunicar a população", disse: "É até dever da imprensa fazer isso". É bem assim, tentar calar a boca, pode resultar em sufoco, e aí a coisa pega. Viva o Brasil, valorize a democracia.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
PATIFARIA E ALIENAÇÃO
As eleições de 2010, sofrem inevitavelmente influências do voto, decorrente da população, que, sem sentir qualquer reflexo da política estatal relevante para as áreas de saúde, educação, segurança, entre outras, tendem, a escolher candidatos descompromissados com a democracia, talvez como uma forma de afronta ao poder instituído. Veja o exemplo do candidato Tiririca em São Paulo. Não desmerecendo seu potencial (tem seu mérito próprio), já que se chegou a ser candidato certamente tem algo a acrescentar se eleito (e as previsões indicam que será com grande quantidade de votos recebidos). E assim vai o parlamento preenchido com "Severino e Tiririca", como traz a discussão o artigo da Dora Kramer do Estado de São Paulo (29/9/2010, página A6 Nacional - Eleições 2010), destancando-se do artigo o parágrafo final para transcrição: " ... É uma mistura nefasta: de um lado a patifaria e de outro a alienação. A receita perfeita para formação de um Congresso pronto a confirmar o velho lema da piora gradativa do Parlamentar e a acrescentar que a sociedade, conivente, anda muito sem moral para reclamar". Em resumo, releva-se pouco a questão da escolha da conduta do candidato, a ficha limpa, a postura, entre outras qualidades, enfim, será que o povo sabe votar? Sabe aproveitar a escolha proporcionada pela democracia? Só o tempo poderá responder a essas questões, e o tempo é continua sendo o melhor remédio, ou até as próximas eleições, para ter uma idéia dos candidatos eleitos e o trabalho desempenhado. Sempre existe a esperança da melhora na eleição de um bom time de parlamentar. Não esqueça de votar no dia 3 de outubro: "Vote certo, vote consciente". E mais tem que levar o título e um documento de fotografia.
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Marina virou o pesadelo de Dilma e o sonho de Serra
A matéria abaixo transcrita está no blog "Os bastidores do Poder", do colunista da Folha de São Paulo Josias de Souza. É importante a leitura, em face da atual conjuntura política eleitoral, sobre a situação da candidata Marina Silva:
"A principal novidade da reta final da eleição se chama Marina Silva. A presidenciável do PV divide o estrelado com Erenice Guerra.
Marina tornou-se a principal beneficiária do ‘Erenicegate’. Recolhe a maioria dos votos que o escândalo suga do cesto de Dilma Rousseff.
A seis dias da eleição, Marina não exibe musculatura eleitoral capaz de içá-la ao segundo turno. Opera contra ela o relógio. Porém...
Porém, ao escalar sobre Dilma, Marina termina por favorecer José Serra, o segundo colocado das sondagens eleitorais.
A chance de a eleição migrar para o segundo turno –pesadelo de Dilma e sonho de Serra— parece escorada, por ora, no “fator Marina”.
Em duas semanas, a candidata do PV subiu três pontos percentuais no Datafolha. Foi de 11% para 13%. E daí para os atuais 14%.
No mesmo perído, Dilma escorregou cinco pontos. Na semana passada, descera de 51% para 49%. Agora, foi 46%.
Serra, que oscilara positivamente de 27% para 28% manteve-se no mesmo patamar no Datafolha que veio à luz nesta terça.
Considerando-se apenas os votos válidos, Marina já soma 16%. Empurrada por Erenice, ela subverte todas as previsões de Lula.
O patrono de Dilma estimara que Marina chegaria ao dia da eleição como uma espécie de sub-Heloisa Helena. Dá-se o oposto.
Em vez de definhar, Marina cresce. Pior: para desassossego de Lula, a ex-petista belisca votos de Dilma, não de Serra.
Vem daí, sobretudo, o fantasma que acomoda no caminho de Dilma o risco do segundo turno –uma pedra que parecia improvável antes de Erenice.
Se mantiver a curva de alta, a ambientalista Marina pode levar ao prato da balança eleitoral a folha que vai mover o pêndulo.
Num cenário assim, de votação apertada, os ataques a Marina podem surtir o efeito de um bumerangue.
No penúltimo debate, levado ao ar pela Record na véspera da nova pesquisa, Marina mostrou-se mais desenvolta que o habitual.
Fustigou Serra e Dilma. Defendeu-se de Plínio de Arruda Sampaio. Contra Dilma, Marina levou aos holofotes Erenice, mola de seu crescimento.
Evocou o mensalão. E disse que, sob Lula, a Casa Civil tornou-se escândalo recorrente. Pespegou: Que providências você adotou para evitar, Dilma?
Ao responder, a protegida de Lula levou a mão ao tacape. Lembrou a Marina sua condição de ex-ministra.
Afirmou que, sob a gestão da ex-colega de Esplanada, servidores da pasta do Meio Ambiente foram pilhados mercadejando madeira ilegalente.
“Tomei as mesmas providências que você”, Dilma devolveu, lembrando que a reação vigorosa nem sempre oferece garantias contra a reincidência.
Festejado pelos operadores de sua campanha, o contraataque de Dilma pode, a essa altura, funcionar como gol contra. Por quê?
Dilma não perdeu a condição de favorita. Mas a hipótese do segundo turno, antes improvável, deixou de ser negligenciável.
Marina tampouco perdeu o semblante de zebra. Mas, confirmando-se o segundo round, o apoio dela será mercadoria das mais cobiçadas.
De concreto, por ora, apenas uma evidência: seja qual for o resultado da eleição, com um turno ou com dois, Marina sairá da disputa maior do que entrou".
http://josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br/arch2010-09-01_2010-09-30.html#2010_09-28_08_37_18-10045644-25. Josias de Souza, 45, é jornalista desde 1984. Trabalha na Folha de S.Paulo há 20 anos.
"A principal novidade da reta final da eleição se chama Marina Silva. A presidenciável do PV divide o estrelado com Erenice Guerra.
Marina tornou-se a principal beneficiária do ‘Erenicegate’. Recolhe a maioria dos votos que o escândalo suga do cesto de Dilma Rousseff.
A seis dias da eleição, Marina não exibe musculatura eleitoral capaz de içá-la ao segundo turno. Opera contra ela o relógio. Porém...
Porém, ao escalar sobre Dilma, Marina termina por favorecer José Serra, o segundo colocado das sondagens eleitorais.
A chance de a eleição migrar para o segundo turno –pesadelo de Dilma e sonho de Serra— parece escorada, por ora, no “fator Marina”.
Em duas semanas, a candidata do PV subiu três pontos percentuais no Datafolha. Foi de 11% para 13%. E daí para os atuais 14%.
No mesmo perído, Dilma escorregou cinco pontos. Na semana passada, descera de 51% para 49%. Agora, foi 46%.
Serra, que oscilara positivamente de 27% para 28% manteve-se no mesmo patamar no Datafolha que veio à luz nesta terça.
Considerando-se apenas os votos válidos, Marina já soma 16%. Empurrada por Erenice, ela subverte todas as previsões de Lula.
O patrono de Dilma estimara que Marina chegaria ao dia da eleição como uma espécie de sub-Heloisa Helena. Dá-se o oposto.
Em vez de definhar, Marina cresce. Pior: para desassossego de Lula, a ex-petista belisca votos de Dilma, não de Serra.
Vem daí, sobretudo, o fantasma que acomoda no caminho de Dilma o risco do segundo turno –uma pedra que parecia improvável antes de Erenice.
Se mantiver a curva de alta, a ambientalista Marina pode levar ao prato da balança eleitoral a folha que vai mover o pêndulo.
Num cenário assim, de votação apertada, os ataques a Marina podem surtir o efeito de um bumerangue.
No penúltimo debate, levado ao ar pela Record na véspera da nova pesquisa, Marina mostrou-se mais desenvolta que o habitual.
Fustigou Serra e Dilma. Defendeu-se de Plínio de Arruda Sampaio. Contra Dilma, Marina levou aos holofotes Erenice, mola de seu crescimento.
Evocou o mensalão. E disse que, sob Lula, a Casa Civil tornou-se escândalo recorrente. Pespegou: Que providências você adotou para evitar, Dilma?
Ao responder, a protegida de Lula levou a mão ao tacape. Lembrou a Marina sua condição de ex-ministra.
Afirmou que, sob a gestão da ex-colega de Esplanada, servidores da pasta do Meio Ambiente foram pilhados mercadejando madeira ilegalente.
“Tomei as mesmas providências que você”, Dilma devolveu, lembrando que a reação vigorosa nem sempre oferece garantias contra a reincidência.
Festejado pelos operadores de sua campanha, o contraataque de Dilma pode, a essa altura, funcionar como gol contra. Por quê?
Dilma não perdeu a condição de favorita. Mas a hipótese do segundo turno, antes improvável, deixou de ser negligenciável.
Marina tampouco perdeu o semblante de zebra. Mas, confirmando-se o segundo round, o apoio dela será mercadoria das mais cobiçadas.
De concreto, por ora, apenas uma evidência: seja qual for o resultado da eleição, com um turno ou com dois, Marina sairá da disputa maior do que entrou".
http://josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br/arch2010-09-01_2010-09-30.html#2010_09-28_08_37_18-10045644-25. Josias de Souza, 45, é jornalista desde 1984. Trabalha na Folha de S.Paulo há 20 anos.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
O BRASIL DA DESIGUALDADE
Não obstante seja o Brasil atualmente o país das oportunidades, com uma economia atrativa, contudo, o Brasil ainda é um país onde reina a desigualdade. Temos um saneamento básico de quarto mundo, estagnado há muitos anos, mesmo com avanços em vários indicadores econômicos e sociais. De acordo com o IBGE apenas 59,1% dos domicílios brasileiros são ligados em 2009 a rede de esgoto ou fossa séptica. Embora, tenha-se notícia que o PAC do governo federal tenha previsto alocar gastos de 40 bilhões no setor no prazo de 10 anos, valor esse menor que os entendidos da área entendem necessários para um bom programa. A cada casa que se inclui à rede de esgotos, diminui o gasto com saúde e aumento a renda dos moradores, conforme indicadores econômicos da área. Todo o dinamismo de grandes oportunidades e perspectivas nos próximos anos, conviverá certamente com o estrangulamento dos sistemas de infraestruturas, comprometendo o futuro. O Brasil, necessita urgente de políticas públicas para nivelar as desigualdades sociais e regionais. Mesmo considerando a redução da pobreza por vários programas sociais e o tão comemorado Bolsa-Família, além de não enfrentar as situações reais da pobreza e das desigualdades sociais, teve, verdade, um mínimo de declínio da pobreza brasileira, contribuindo, segundo os estudiosos em torno de 0,93%. O desafio para o novo governo, deverá ser de um enfrentamento nas bases das desigualdades sociais, começando pelo educação, devendo atingir os direitos sociais garantidos pela Constituição, CAPÍTULO II - DOS DIREITOS SOCIAIS: Art. 6º São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição. Certamente exigira do novo governo uma postura de desafio para a busca de um equilíbrio regional, com políticas economicas voltadas paras as diversas regiões, com investimentos diferenciados.
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