Pesquisar este blog

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Tristes tempos -

Edison Vicentini Barroso*
Triste ouvir do que ouço e ver do que vejo. Quadra difícil esta nossa. Os velhos eternos princípios, do bom caráter e da vergonha na cara, ao que parece, já não vingam.
ETA povo brasileiro. Deseducado, manipulado e manietado, elege a quem não deve, reelege a quem não pode e abre mão da condição de, pelo voto, melhorar seu destino.
Vejo do que ouço e ouço do que vejo, no desejo de que algo mude. Mas, o tempo passa e tudo continua como dantes no quartel de Abrantes!
Avizinha-se nova eleição, com o cortejo das lições aprendidas, sem que esse povo se dê conta do faz de conta que é este país.
Façamos de conta que tudo vai bem, que no "nosso" governo não há desvios de conduta, que o mandatário maior se aproxima do que, no mundo, há de melhor.
Façamos a conta do que tem havido nesta nação. Da aproximação com o Fidel, com o Chávez, com o Evo e com o Ahmadinejad.
Levemos em conta que o centro do Poder só sabe das coisas quando lhe convém, sempre vendo a quem. Deixemos de lado o discurso surrado de que a ninguém é dado raciocínio e questionamento.
Libertemo-nos do medo, expondo-nos e entremostrando as chagas deste Brasil, nem tão varonil quanto seu hino faz crer.
Cantemos, numa só voz, inda que poucas, os desvarios d'um povo despreparado, à distância da boa educação e de princípios ético/morais que lhe facultem dias melhores.
Vejamos da miséria que o oprime, da malandragem que a ninguém redime e do poderio inconteste da desfaçatez.
Ouçamos do soluço baixo daquele que chora a mais não poder, à distância da possibilidade de fugir do destino que o espera, no seio d'uma nação aviltada pela falta de vergonha que teima em prevalecer.
Vejamos da pilhagem do justo, do descompasso do bem, do rubor do honesto.
Ouçamos do inaudível som do caráter reto, na busca incessante por um novo porvir.
Vejamos do predomínio do mal, a seduzir e aliciar. Façamos de conta que nos é dado ver e ouvir melhor, a bem de todos.
Bendigamos da oportunidade de cada dia, pela qual temos nas mãos a chance imperdível de fazer mais e melhor.
Não mais nos percamos no caminho, quais ovelhas que, cantando, entrem no matadouro.
Matemos, em nós, a fonte da ignorância, na esperança sincera de que faremos dias melhores.
Não nos furtemos à responsabilidade que se espera de cada um de nós. Exprimamo-nos, fazendo que outros ouçam nossa voz.
E que as urnas sejam o repositório, não mais dos desatinos d'um povo, mas da moralização d'uma nação, na busca de seus elevados destinos.
Que a força do esclarecimento vença, de vez, a ignorância que escraviza, libertando-nos dos sanguessugas deste país.
Que o esclarecimento da verdade nos dê a força de resistir ao jogo de cena que aí está, franqueando-nos novos tempos no devir.
Para que o choro se transforme em riso e a lágrima ceda passo à felicidade, própria dum povo que saiba aonde queira ir.
A pior tortura é a autoflagelação. E o pior cego é o que não queira ver. ETA povo brasileiro, que teima em correr da luz, com medo de crescer.
Tristes são os tempos, em que a festa da democracia cede passo ao descompasso infeliz da demagogia, transformando sorrisos em lágrimas, subvertendo princípios e incutindo o império da anarquia.

_____________________
*Desembargador do TJ/SP. Esta matéria foi colocada no ar originalmente em 8 de setembro de 2010. ISSN 1983-392. Matéria extraída do site: //www.migalhas.com.br/dePeso/16,MI116722,61044-Tristes+tempos. Esse artigo vale a pena ler, porque uma dos aspectos dramáticos dos dias atuais é a "Educação". A educação que liberta, que leva o indivíduo a racionar, pensar, observar, pesquisar, tirar sua próprias conclusões. Isso que é necessário. Não esquecendo, lembra-se do Candidato a Presidente que tinha a Bandeira da Educação, nas eleições de 2006.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

"QUEBRA DE SIGILO FISCAL: REAL COINCIDÊNCIA"

A pretensa alegação do PT sobre a mera coincidência da quebra dos sigilos fiscais de vários integrantes do PSDB como notícia a imprensa, não seria acaso, se não feita em período eleitoral. Fica a questão pendente e é ótimo o teor do artigo publicado por Dora Kramer "Impressão digital": "UM PETISTA LIGADO À QUEBRA DE SIGILO PODE SER COINCIDÊNCIA. DOIS É MAIS DIFÍCIL DE ACREDITAR". (Jornal o Estado de S. Paulo, página A6, 7/7/2010).

"VAI ACABAR TODO MUNDO NO BOLSA-FAMILIA E NINGUÉM PRODUZ MAIS NADA".

(Tasso Jereissati (PSDB), senador, criticando como Lula conduz o programa. A frase foi publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, terça feira, 07 de setembro de 2010, página A6 (nacional).

terça-feira, 7 de setembro de 2010

'O HOMEM É TÃO AVARENTO QUE CADA LEI FOI CRIADA PARA PROTEGÊ-LO DE SEU SEMELHANTE".

Essa frase foi escrita por Napoleon Hill, na obra Quem Pensa Enriquece, Ed. Fundamento Educacional, SP, 2009, p. 221. Interessante o pensamento exposto e a questão é ampla, demonstrando certamente que as "leis" evidentemente criadas pelo homem, dentro de uma país, serve para protegê-lo não somente de seu semelhante como do próprio Estado que pertence. O Estado de Direito é que ampara o cidadão na proteção dos direitos chamados "direitos humanos". Quanto a leí propriamente dita, ela é uma criação legislativa, decorrente dos anseios da população, promulgado pelo Poder Executivo, como ocorre no sistema democrático, é o caso do Brasil. Pela complexidade de todo o direito positivo, surge a "Ordem Jurídica" que é o sistema de legalidade do Estado, formado pela totalidade das normas vigentes, que se formam e se localizam em diversas fontes, a partir da Constituição Federal. A Constituição é responsável pelas regras mais gerais e básicas à organização social. "O Direito de um povo se revela autêntico, quando retrat a vida social, quuando se adapata ao momento histórico, quando evolui à medida que o organismo social ganghas novas dimensões". (Paulo Nader. Introdução ao Estudo do Direito, ed. Forente, RJ, 1985, 3ª ed, p. 14). Do exposto, surge a Segurança Jurídica, como meio de defesa da vida e patrimônio do homem e a certeza do direito vigente, já que o homem é não é um ser auto-suficiente, necessita de "segurança" como um primeira necessidade, surgindo o Estado organizado, que fornecerá a justiça, a ordem e o ambiente propício para seu desenvolvimento moral, cessando em "tese" sua inquietude.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Você beberia água usada para produzir seu alimento?

A população mundial é hoje de, aproximadamente, 6 bilhões de pessoas e, de acordo as Nações Unidas, esse número chegará aos 9 bilhões em 2050. Com o crescimento populacional e a necessidade conseqüente do aumento da produção de alimentos, o consumo de água pela agropecuária também irá disparar. A título de ilustração, só no Brasil, ano passado, segundo o IBGE, foram abatidos mais de 30 milhões de suínos e 4 bilhões de frangos, com um gasto médio de quatro mil e quinhentos a seis mil litros de água para cada quilo de carne produzida.
Para a Beraca o futuro da sustentabilidade na produção agropecuária passa pela ampliação no tratamento de água para os animais. Por meio de sua divisão Water Technologies a empresa oferece ao mercado sistemas de sanitização que previnem doenças quando agentes patogênicos têm acesso aos bebedouros via água e depois de disseminam através de excreções ou secreções de aves doentes ou portadoras. Algumas das principais doenças participantes desse ciclo são: cólera aviária, doença infecciosa da bursa, coriza infecciosa, sinovite infececiosa, doença de NewCastle, salmoneloses, colibaciloses, coccidioses e ascaridioses.
“A sanitização para animais é uma estratégia barata e que traz grandes resultados. Aumenta a produção e reduz o consumo de água, o que é algo econômico e ambientalmente interessante. Um bom exemplo de baixo custo é que na produção do frango o processo de tratamento de água adiciona apenas 0,0012 centavos ao quilo do produto. Um valor muito menor do que o total investido na recuperação de um animal doente” comenta João Luis dos Santos responsável pelo departamento de Desenvolvimento de Produtos para o mercado Agropecuário da Beraca.
Entre as propostas favoráveis à sustentabilidade na agropecuária nacional a Beraca possui os Programas de “Biossegurança para o mercado de Aves e Suínos” de “Apoio à Qualidade do Leite”, voltados a esclarecer e modificar a cultura dos produtores quanto à importância da sanitização de água para os animais. Atualmente, a grande maioria dos produtores avícolas e de suínos não utiliza água tratada. Dados da ONU indicam que a agropecuária utiliza 69% da água disponível para consumo humano no mundo e que alguns dos maiores desafios para futuro são a produção de alimentos e o uso sustentável da água. (Quinta-feira, 06 de maio de 2010 22:30)
Fonte: http://aviculturaindustrial.com.br/PortalGessulli/WebSite/Noticias/voce-beberia-agua-usada-para-produzir-seu-alimento

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

"O TEMPO É UM GRANDE MESTRE, MAS INFELIZMENTE MATA TODOS OS SEUS DISCÍPULOS". (Hector Louís Berlioz)

LOUIS HECTOR BERLIOZ (Côte - Saint-André, 7 de fevereiro de 1803 — Paris, 8 de março de 1869) foi um compositor do Romantismo francês, conhecido por sua Sinfonia Fantástica (1830) e pela Missa de Requiem (1837).
Berlioz era um amante da literatura, e muitas de suas melhores composições são influenciadas por obras literárias. Para compor a Danação de Fausto, Berlioz baseou-se no Fausto, de Goethe; para Haroldo na Itália, baseou-se no Childe Harold, de Lord Byron e, para Benvenuto Cellini, na autobiografia de Cellini. Para a criação de Romeo et Juliette, a base foi a obra, de mesmo nome, de Shakespeare. Para compor sua grande obra, Les Troyens, foi influenciado pela leitura da Eneida, de Virgílio. Para compor sua última ópera, Béatrice et Bénédict, Berlioz preparou um libretto vagamente baseado na peça de Shakespeare, Much Ado About Nothing.
Além de influenciado por obras literárias, Berlioz também admirava a obra de Beethoven (à época, desconhecido na França). A apresentação da Sinfonia Eroica em Paris causou profundas influências na obra de Berlioz. Além de Beethoven, o compositor também admirava Gluck, Weber e Spontini.
(fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Hector_Berlioz) O pensamento do escritor reflete verdadeiramente a importância do fator "tempo" na vida das pessoas. É um pensamento de ampla reflexão.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

OS GRANDES ARREPIOS

Artigo escrito por Arnaldo Jabor, Caderno 2, terça feira, dia 17 de agosto de 2010, jornal O Estado de S. Paulo, de grande conteúdo e assim um texto legal, destacado pelo autor: "A POLÍTICA VIROU UM PARAFUSO ESPANADO QUE NÃO ROLA MAIS NA PORCA DA VIDA SOCIAL". "´[...] É ARREPIANTE VER A MENTIRA COM 80% DE IBOPE". Vale a pena ler o artigo, que pode ser encontrado na "internet".

AFINAL DE CONTAS A VIDA É REAL E NÃO VIRTUAL...

Augusto Cury, em sua obra I ntoxicação Digital, ed. Benvirá, 2a edição, 2024, p.135, escreveu: [...] A vida é dramaticamente curta para se v...