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segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

ELEIÇÕES: DISCURSOS E DOCUMENTOS CONTRADITÓRIOS

Uma coisa interessante se demonstra em época eleitoral:
"O discurso que constrói o candidato para se eleger, fundado em obra de marketing e a realidade posterior que não subsiste"...
Documentos que se formulam para atrair o eleitorado e depois navegam em "águas do  esquecimento", reinando a incoerência e a evidente hipocrisia...É um comportamento contraditório, que o eleitor não deveria incorporar para decidir seu voto, aliás, arma única para consolidar a democracia.  Temos exemplos por aí rodando, em campanha pré-eleitoral para presidência da república nesse ano de 2017 para as eleições de 2018. Embora vivemos no regime democrático, todavia, tem comportamentos que saem da normalidade, estão à sombra da lei, que passam a ser divulgado pela internet de um modo geral, sem controle algum. Infelizmente, os espertos utilizam desse sistema para influenciar o eleitor, o povo, alguns até desinformados do que se trata e o que está sendo falado no pseudo discurso.
Afinal, em política também nada se cria, apenas se inova e cópia....E existe o "marketing" e o marqueteiro juntos...
O eleitor é povo, infelizmente, pouco se atenta o que se escreveu alguma vez e que está sendo escrito: se existe semelhança, é cópia, origem.  E no sistema de mídia, um fala, outros simplesmente “curtem”... Temos que ler de fato o que se escreve, se contempla uma realidade factível ou se está alicerçado em “mera fantasia”. Todo discurso teve ter um fundamento democrático, preservar os direitos de pensamento, liberdade, e tudo que está inscrito na Constituição Federal e em leis esparsas. Nunca um discurso poderá transcender a ordem legal, como se tem visto por aí: idéias mirabolantes, com tom de enganação à população, que carentes de serviços públicos (segurança, educação, saúde, entre outros)  que deveriam ser executados pelo Gestor Público competente, se rendem a discursos totalmentes alheios aos ideal democrático. 
Simpatia conquistada, discurso autoritário, idéias radicais, etc... não condiz com a serenidade que um chefe de Estado, País, Município tem de ter para governar, afinal, o "Governo eleito em qualquer esfera é governo de todos"...

Como se diz a democracia se consolida, se realiza, com o "pensar juntos".  Fora disso, o discurso é totalmente inconsistente. 

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