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sábado, 21 de janeiro de 2012

FAZEMOS MENOS DO QUE O MÍNIMO QUE É NECESSÁRIO FAZER...

"Somos uma sociedade amedrontada, e com razão, por ameaçada concretamente. Sem linha de pensamento, conduta coerente e coragem de parte das autoridades, sem vontade de reduzir o crime, nada vai mudar. Alguns políticos e governantes heroicos vão à luta e procuram mudar a situação, mas - surpresa, surpresa - são criticados. O exército ocupa favelas, parece destruir o poder dos traficantes - por quanto tempo? Onde se refugiaram, de onde vão continuar mandando, enquanto houver milhões de usuários comprando sua mortal mercadoria? (Lya Luft - A riqueza do mundo, p.37, Record, 2011, Rio de Janeiro). 
Enfim, "fazemos o menos que o mínimo que é necessário fazer", não só como cidadãos, mas também como profissionais, trabalhadores, pais, mães, maridos, esposas, autoridades, enfim... ainda inúteis".

Não que somos culpados por todas as coisas ruins, erros e desacertos que existem na sociedade. Mas deveríamos fazer um pouquinho mais que fazemos... pequenas atitudes alteram em muito nossa vida pessoal, familiar, profissional, sentimental, porque somos seres sociais, humanos, com recursos emocionais de sorriso, choro, sofrimento, perdas,  ganhos, capaz de mudar, transformar, recuperar, superar... amar, sonhar, pensar... isso é o máximo da vida.
E na caminhada diária, não conseguimos diante de tudo que nos apresenta realizar "menos que o mínimo que é necessário fazer..." ainda que tenhamos a sensação de ter feito alguma coisa, sempre é  "menos que o mínimo que se exige realizar, fazer...

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