Dia 21 de setembro é comemorado o dia da árvore. Dia 22 de setembro, dia mundial sem carro. São duas datas inéditas e de grande importância. Contudo, a mídia não tem interesse em divulgar, porque atrapalha suas grandes campanhas publicitárias, que rendem milhões de reais ou dólar. Além de alguma reportagem sobre o dia da árvore, que as escolas comemoram, no mais poucas notícias sobre essa data circularam na mídia. Quanto ao dia mundial sem carro, também importante data a comemorar, pois é um compromisso pessoal de cada um, afim de colaborar com a saúde do planeta. Veja que contraste. Como se falar em árvore, se a geração atual nunca manteve contato com a natureza. A maioria nasceu na cidade, cresceu e desenvolveu, jamais manteve contato com a natureza. De igual forma, também ao carro. Nasceram vendo carro, ou talvez até nasceram dentro de um, e nunca viram sem esse bem de consumo, aliás a propaganda é no sentido de incentivar comprar carros cada vez mais. O carro passou a ser um bem de "status" para o brasileiro, mesmo que degrade o meio ambiente. Também é um instrumento de trabalho, pois a política pública de transportes urbanos e coletivos, é uma precariedade no Brasil, sendo um dos motivos de tantos carros nas vias públicas, instalando-se o caos. Como superar o problema ambiental, onde o indivíduo não teve contato com a natureza? Educar para construir, é uma das formas de alterar o quadro ambiental instalado. Conscientizar as crianças (os adultos também), geração de amanhã, da importância da natureza e o compromisso de racionalizar o uso do carro, através de campanhas públicas divulgadas intensamente pela mídia, como em época eleitoral. Saudamos as árvores, que nos acolhem com sombra, flores, frutos, e àqueles que se dedicam à tarefa árdua de proteger a natureza bela e exuberante. Quanto ao uso do carro, devemos ter o comportamento comprometido de usar racionalmente, para poupar o meio ambiente.
Visa o blog divulgar matérias sobre direito, política, vida e fatos, segundo o livre pensamento do autor do blog, e inserir no leitor provocações reflexivas, demandando o mesmo a pensar sobre o que foi escrito, os fatos descritos nos artigos, a realidade, tudo quanto se puder expressar através da escrita. Quando se fala em provocações, na verdade é dar um choque de realidade sobre o que se escreve, e levar as pessoas a refletirem sobre o conteúdo do escrito.
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