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segunda-feira, 23 de maio de 2011

SUSTENTABILIDADE - TOMADA DE CONSCIÊNCIA E RESPONSABILIDADE COM AS GERAÇÕES FUTURAS

O Brasil está vivendo momentos de discussão do Código Florestal. Denota-se verso e anverso da questão. Contudo, querem mais terras para o plantio, esquecendo-se do universo biológico do território nacional, completamente diversificado (amazônia, cerrado, pantanal, campos gerais, mata atlântica, sertão nordestino, minas gerais, bahia,  outras regiões). É fato notório que hoje em dia, nosso meio ambiente é atacado com facilidade. Danificamos rotineiramente a camada de ozônio, aquecemos o globo, poluimos ar, águas, rios, mares, destruímos florestas, esvaziamos recursos minerais, levamos várias espécies de animais, árvores, flores, frutos, a extinção. Devastamos o meio ambiente sem precedente, em função de nosso própria sobrevivência, e também do lucro exorbitante.  A sustentabilidade é uma tomada de consciência, porque é o uso racional de todos os recursos naturais, para que futuras gerações possam respirar ar fresco, ter água limpa e gozar da natureza.  O desenvolvimento sustentável é na verdade, "atender às necessidades do presente sem comprometer a capacidade das futuras gerações de atender às suas próprias necessidades. O desenvolvimento sustentável tornou-se o tema atual e global das nações, com ações conjuntas afim de eliminar a poluição do planeta.  O mundo tem boas razões para ser grato à nova disseminação dessa idéia. Deve-se desenvolver políticas públicas,  lançando mão do compromisso da cidadania e responsabilidade, afim de ajudar a preservar o meio ambiente.
Cidadania e meio ambiente, surge o cidadão ecológico, tendência que transpõe teoria e prática. O papel do cidadão na política ambiental, é envolver com capacidade de pensar, valorizar e agir, evitando o consumo excessivo (atualmente é insustentável), começando pelos países ricos, com mudanças no estilo de vida, algo que nenhum cidadão vai achar fácil. O ser humano tem capacidade de reconhecer, pensar e julgar por si mesmo, portanto, o nosso sistema convencional de vida, em face do meio ambiente e da sustentabilidade, poderá sofrer perdas de liberdade e dos direitos humanos correspondentes,  evitando o caos, proporcionando as futuras gerações a liberdade de usufruir do ar fresco que nos estamos usufruindo.
A relevância da cidadania e da participação social não é apenas instrumental. Elas são partes integrais daquilo que devemos preservar. Temos de combinar noção básica de sustentabilidade correta, com uma visão ampla dos seres humanos - uma visão que inclua os agentes cujas liberdades têm valor,  com padrões dignos de vida e não reduzidos a meros objetos. Robert Solow, notável economista, em sua monografia "Um passo quase prático em direção à sustentabilidade), publicado em outubro de 1992,  "vê a sustentabilidade como o requisito a ser deixado à próxima geração: "tudo o que for necessário para que ela consiga um padrão de vida pelo menos tão bom quanto o nosso e para que possa olhar para a geração seguinte da mesma forma".

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