Após um ano da pandemia covid 19, inciado em 2020 e nesses dias de março de 2021, mais precisamente, estavamos iniciando a luta do vírus aqui no Brasil, no Paraná, e em Cianorte.
Muita luta para sobreviver. Vidas foram ceifadas pela contaminação.
Já não temos mais certeza das informações. Todavia, todos os dias noticia-se mortes por esse vírus invisível - uma verdadeira guerra - pois não sabemos onde encontrar o inimigo, evitar o contágios! Nada de aglomeração. O isolamento social agora é regra!
Mascaras passaram a a ser necessárias... como uma peça de vestimentos!
Álcool gel e lavar as mãos passaram a ser nossa defesa instante a instante...
Enfim, estamos em março de 2021 entre lockdwons e muitos limites de ir e vir, continuamos a remar em águas cheias de incertezas. Pouco planejamento estatal, depois desses fechamentos!
Por enquanto, nada de concreto para amenizar a situação. Temos anúncio de vacinas, e remédios, mas ainda não o povo não teve acesso, nem pelo governo, nem para comprar.
Começou a vacinação, mas é lenta, começando pelos idosos, portanto, para chegar a camada da população "ativa" vai demorar alguns meses...
Cai bem a poesia de Helena Kolody:
"De início, não me afeta o drama trivial.
Mas, aos poucos, a história enfim me contagia.
...
É tão real, é tão viva, é tão minha,"
...
Com ímpeto tamanho e de tal jeito
Que sinto o coração arrebentar".
(O drama alheio - Viagem ao Espelho, ed. da UFPR, 3a edição, 1997, p.169).
São dramas alheios o que estamos vivenciando, lutos, mortes de entes queridos, amigos, conhecidos, etc, sem falar na omissão da cura para os contaminados que aguardam os internamentos!
Muita politização cheio de conversas inflamadas que não trazem nenhuma solução positiva - somente anuncia-se o caos e o povo retorcendo de medo com essa situação...
Incertezas sem limites!
A quantidade de vacina, é ínfima para imunizar a população enquanto o vírus tem um efeito galopante de contagio!
Não tem como ficar calado frente ao que está acontecendo!
E os dramas triviais, de certa forma, contagia a todos!
Ainda somos resistentes, aguardando por dias melhores e com fé e esperança para ultrapassar esses dias de drama intenso!