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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

DESVIOS DE INFORMAÇÕES

Recentemente com o episódio da prisão de pessoas ligadas ao Ministério do Turismo, por eventuais desvios de verbas, houve indignação pela imprensa e de certas autoridades, no que se refere à mostra dos cidadãos presos e algemados, inclusive, vazamentos de imagens destes 36 suspeitos, como noticiou a imprensa. Se foi feito de acordo com as normas ou dentro da legalidade, o que mostra que a Polícia Federal, fez os serviços, de acordo com as ordens recebidas. Uma situação é a "imagem dos cidadãos presos com as algemas", se é legal ou não, compete a autoridade legal, promover o devido processo administrativo para chegar a um resultado. Ou, os  "ofendidos" pelo pretenso abuso de autoridade, tomar as medidas cabíveis, que são de direito. O que não pode, é inverter valores. Veja que o ato de prisão e o trabalho da Polícia Federal, é digno de reconhecimento pela população, portanto, se numa hipótese remota houver falhas na atuação (exageros), caberá a quem de direito a devida providência, já que agiu a polícia por ordem judicial, e não por livre arbítrio.  Assim, troca-se as informações, ao invés da população ficar indignada com a atuação dos cidadãos presos, com suspeita de fraudes com dinheiro público, superfaturamento, pagamento de propinas, tráfico de influência, empreguismo, indicação de apadrinhamento político, nepotismo,  entre outros adjetivos concernentes a corrupção, passa a ficar indignada com a atuação da Polícia Federal. O cidadão precisa ficar atento ao jogo de informações, porque, os fatos não surgiram sozinhos como "brota uma planta da terra". O esquema é originado por uma rede de ligações pessoais, partidárias, profissionais, interesses esses que talvez refogem ao controle legal, contudo, precisam ser desmontados, senão proliferam e atingem ainda mais  dinheiro público, como "tiriricas", sem controle.  É o que está ocorrendo, no caso recente do Ministério do Turismo, está passando os reais fatos para o segundo plano, colocando a Polícia Federal, como autoridade abusiva  e vilã, em primeiro plano.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

RESGATAR BRINCADEIRAS DE CRIANÇAS


Não é desprezar a tecnologia e a evolução dos brinquedos infantis, mas, "brincadeiras de crianças" são àquelas que participam em grupo. Nada mais legal que brincar de pega-pega na escola, na hora do recreio, e depois, chega na sala de aula toda suado, quando não machucado... Brincar na rua ainda é possível, pois existem locais que podem ser usados pela criançada. Enfim, brincadeiras saudáveis devem fazer parte da dieta da criançada, senão ficam jovens estressados, adultos irritados, entre outros aspectos emocionais e físicos. Os educadores têm entendido  que  "brincadeiras estimula a socialização e aprendizagem". Além disso, estimula o equilíbrio, a disciplina, e também o aspecto físico e emocional da criança.  Todo o projeto educacional ou escolar "que pretende resgatar as brincadeiras de criança, é bem vindo", pois resgata a felicidade, o sorriso da garotada, é estimulante passar pelas ruas vendo as crianças brincando. Triste mesmo é passar pelas ruas, praças, locais públicos, onde se tornaram encontros dos "viciados", além do que, a sujeira é grande, e dá uma tristeza enorme, ver aqueles indivíduos entregues "à morte em todos os sentidos". Mas ver as crianças brincando nas ruas, praças, escolas, casas, enfim, além do aprendizado, é alegria constante, pois a simplicidade das brincadeiras e das cantigas é o que torna as "brincadeiras divertidas". Quem não tem lembranças das “brincadeiras e cantigas de crianças”. "Crianças de hoje adultos de amanhã". Investimento em criança, é sempre é  saudável,  recompensador, não dá voto, mas traz um futuro promissor para a sociedade. Oxalá que todos os "espaços vázios pudessem ser ocupados com brincadeiras de crianças". Como diz a música do Grupo Molejo "brincadeira de criança, como é bom, como é bom".

Brincadeira de criança. Como é bom, como é bom. Guardo ainda na lembrança. Como é bom, como é bom. Paz, amor e esperança. Como é bom, como é bom...”. Grupo Molejo

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

CONSTRUÍMOS NOSSOS PRÓPRIOS SONHOS

Sonhos são atos pessoais. A construção de nossos sonhos, é de nossa responsabilidade. Nós como pessoas, devemos dar cabo aos nossos atos. Na realização e concretização de nossos sonhos, devemos ser persistentes. Só alcançamos algum resultado, quando nos dedicamos totalmente aos nossos objetivos. Acreditar nos nossos sonhos, é uma realidade, e certamente se tornarão realidade, se mantivermos o firme propósito de lutar para que isso ocorra. Não devemos utilizar-se de desculpas "se eu", pois isto não é fundamento para não obtermos o sonho idealizado. É um hábito fatal para concretização de nossos sonhos e justificar nossas atitudes. É um engano desculpar-se por não ter realizado os sonhos. Seja persistente, dedique-se, certamente vai obter a realização de sonhos. O tempo é um jogador que não tolera indecisão.  

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

ENTRAR NO JOGO


Atitudes e demonstrações têm muito mais poder e sentido. Veja por exemplo um técnico esportivo, dizendo a seu atleta “concentre-se no jogo”. É provado que o atleta que se concentra em um jogo “tem aproveitamento excelente em suas jogadas”.  As atitudes, gestos e demonstrações, estão diante dos nossos olhos. Ninguém  pode discutir com uma prova visível. Ao contrário das palavras, estas até mesmo diante de sólidos argumentos, desconfiamos delas, pois concordamos por educação, mas intimamente, com freqüência voltamos a nossa antiga opinião.  Quando tempo perdemos preocupando-se com o passado e o futuro, ao invés de se concentrar no presente. Talvez nunca pensamos nisso. É cientificamente provado, que a atenção plena – fixar naquilo que realmente está acontecendo – tenhamos um desempenho maior e eficiente, capaz de superar as barreiras que tendem a surgir em nossa caminhada diária, criando uma osmose emocional positiva. Ficamos ansiosos, transtornados, e não procuramos entrar no jogo. Nem sequer paramos para ouvir nossa respiração, acalmando nossos nervos, antes de “bater uma falta ou apostar tudo no chute de pênalti”. Se quisermos viver bem e melhor, não perdendo noites de sono com tanta preocupação e ansiedade, concentrar e ficar atento, poupando tempo e energia, ainda continua sendo a melhor fórmula de solução dos jogos que a vida nos impõe.        

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

PARABÉNS ADVOGADOS

DIA 11 DE AGOSTO - DIA DO ADVOGADO

Hoje dia 11 de agosto, comemora-se no Brasil o “Dia do Advogado”. Transcreve-se neste mural virtual homenagem a todos os “advogados do Brasil”, que “lutam pelo direito e pela sobrevivência na profissão” “OS DEZ MANDAMENTOS DO ADVOGADO”, escrito por Juan Eduardo Couture Etcheverry, grande jurista uruguaio, que morreu na madrugada de 11 de maio de 1956. Seus restos mortais foram sepultados no Cemitério Geral de Montevidéu.

1) ESTUDA - O Direito se transforma constantemente. Se não seguires seus passos, serás a cada dia um pouco menos advogado.

2) PENSA - O Direito se aprende estudando, mas se exerce pensando.

3) TRABALHA - A advocacia é uma árdua fadiga posta a serviço da justiça.

4) LUTA - Teu dever é lutar pelo Direito, mas no dia em que encontrares em conflito o direito e a justiça, luta pela justiça.

5) SÊ LEAL - Leal para com o teu cliente, a quem não deves abandonar até que compreendas que é indigno de ti. Leal para com o adversário, ainda que ele seja desleal contigo. Leal para com o juiz, que ignora os fatos e deve confiar no que tu lhe dizes; e que quanto ao direito, alguma outra vez, deve confiar no que tu lhe invocas.

6) TOLERA - Tolera a verdade alheia na mesma medida em que queres que seja tolerada a tua.

7) TEM PACIÊNCIA - O tempo se vinga das coisas que se fazem sem a sua colaboração.

8) TEM FÉ - Tem fé no Direito, como o melhor instrumento para a convivência humana; na Justiça, como destino normal do Direito; na Paz, como substituto bondoso da Justiça; e, sobretudo, tem fé na Liberdade, sem a qual não há Direito, nem Justiça, nem Paz.

9) OLVIDA - A advocacia é uma luta de paixões. Se em cada batalha fores carregando tua alma de rancor, sobrevirá o dia em que a vida será impossível para ti. Concluído o combate, olvida tão prontamente tua vitória como tua derrota.

10) AMA A TUA PROFISSÃO - Trata de conceber a advocacia de tal maneira que no dia em que teu filho te pedir conselhos sobre seu destino ou futuro, consideres um honra para ti propor-lhe que se faça advogado.

Completando a homenagem, transcrevo parte da obra “A luta pelo direito” de Rudolf von Ihering, clássicos do direito, 2ª ed. Prefácio de Aurélio Wander Bastos, introdução de Roberto de Bastos Lellis, Ed. Lumen Juris, Rio de Janeiro, 1998, p. 128:

“A luta representa o trabalho externo do direito. Sem luta não há direito, da mesma forma que sem trabalho não há propriedade”.

sábado, 6 de agosto de 2011

SEQUESTRO DO NOSSO TEMPO

Talvez ao ler o título deste texto, muitos têm em mente que seria uma mensagem voltada a violência das ruas, que tanto enobrecem a manchete da mídia. Contudo, é uma violência contra a pessoa, seu individualismo.  Com a técnica e em plena era de informático, estamos sendo conduzidos a uma dominação sem precedentes, sem atentarmos para realidade. Estamos tão acostumados a sermos usurpados, que não prestamos atenção ao "nosso tempo livre". Veja que tudo se resume a utilização de tecnologia em nosso redor, afim de agilizarmos nossas tarefas habituais e de trabalho, para "ganhar tempo". Onde está o tempo ganho com o uso da tecnologia. É claro, não se deve deixar de atentar às boas soluções que ela nos trouxe, contudo, estamos perdendo nossa individualidade. Estamos sendo levados pela tecnologia, e ficamos atrelados de forma que não vivemos sem ela. Nunca se trabalhou tanto nesta geração. Levamos para casa ou em qualquer lugar onde estamos  "celulares, iPhones, laptops, enfim, uma gama de instrumentação eletrônica que nos mantém ligados perpetuamente", contudo, essa tecnologia que nos encontra em qualquer lugar e a qualquer momento, nos retira e desapropria de forma inconsciente, silenciosamente, nosso tempo individual, tão necessário para pensar, refletir, amar, meditar, entre outras coisas tão pessoais e humanas que são inerentes ao ser humano. Não é por tentar ocupar, melhor dizendo,  "ocupar nossa mente para não sermos pecadores ou ao menos tentados no tempo ocioso", é na verdade uma dominação que silenciosamente vai nos sufocando, tornando-se refém, como se fossemos animal domesticado,  sujeitando-se  a um estado de subserviência completa.  É um desafio atual, solucionar essa ideologia do "seqüestro do nosso tempo". Adauto Novaes, filósofo, escreve: "Transformar a ociosidade em pecado, ou estigma social, é uma forma de culpar os que ousam dispor de seu tempo livre. Não passa de uma estratégia de dominação".  Vale a pena organizar nosso tempo e gozar seu tempo livre, não é pecado e nem preguica.  É "viver com inteligência sem remorsos, é vida, saúde, liberdade e independência". Seja livre.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

'LIXO POLÍTICO"

Vi pela televisão o discurso do Ex-ministro Alfredo Nascimento que deixou recentemente o Ministério dos Transportes, no Senado, de forma parcial. O que chamou a atenção, e vi pela televisão trecho do seu discurso dizendo em síntese, dentre outras coisas  " que não era lixo, o PR (Partido da República) do qual é filiado não é lixo e os sete Senadores do PR não são lixo, e somos homens honrados".  Mais, ainda, disse que "cada um assuma a responsabilidade".  O Ex-Ministro deixou o comando do Ministério no dia 06 de julho, em plena crise.  Segundo disse no discurso que    "deixou o Ministério para concorrer a Governo do Amazonas e posteriormente retornou ao posto de Ministro. Quando saiu para concorrer a eleição deixou um pacote de investimentos do PAC de R$-58 bilhões, e quando retornou (10 meses depois), já estava em R$-72 bilhões".  Denota-se pelo discurso do Ex-Ministro, como desabafo, e pelo teor das palavras utilizadas, que tem mais culpados na jogada e não pode ser tudo atribuído ao "PR" ("PR não é lixo").    Não obstante as alegações do Ex-Ministro, achei interessante a colocação da palavra "lixo" em seu discurso, podendo ter a conotação de ter sido "usado e descartado", ou meramente "levado a culpa de tudo, como se fosse o responsável por toda a situação atual". É evidente que alguém levou vantagem, e nessa busca pela verdade, difícilmente se achará o responsável pelo "rombo exposto". A verdade é que o Brasil, se não fosse essas "fraudes" certamente seria o País exemplar, pois além do povo versátil, a arrecadação é grande. Agora o difícil é aceitar as sutilezas do discurso do ex-Ministro, além da defesa em favor de seu filho de  "em dois anos ter aumentado o patrimônio de sua empresa em 86.500%". Aí é demais, e como  chamar a "população de  lixo", ou seja, aceitar tudo e ficar calada, pois a diferença é de R$-14 bilhões, é dinheiro grande que saiu dos cofres públicos. Na verdade estamos em plena crise de governabilidade no Brasil,  além de aguentar a "crise americana", ou seja "cada qual com suas responsabilidades". Haja "lixo" para os R$-14 bilhões.    

AFINAL DE CONTAS A VIDA É REAL E NÃO VIRTUAL...

Augusto Cury, em sua obra I ntoxicação Digital, ed. Benvirá, 2a edição, 2024, p.135, escreveu: [...] A vida é dramaticamente curta para se v...