"Em política nada se perde e nada se transforma - tudo se corrompe".
Millôr Fernandes
Millôr definitivo = A bíblia do caos, L&M Editores, 1994, p.370.
Visa o blog divulgar matérias sobre direito, política, vida e fatos, segundo o livre pensamento do autor do blog, e inserir no leitor provocações reflexivas, demandando o mesmo a pensar sobre o que foi escrito, os fatos descritos nos artigos, a realidade, tudo quanto se puder expressar através da escrita. Quando se fala em provocações, na verdade é dar um choque de realidade sobre o que se escreve, e levar as pessoas a refletirem sobre o conteúdo do escrito.
"Em política nada se perde e nada se transforma - tudo se corrompe".
Millôr Fernandes
Millôr definitivo = A bíblia do caos, L&M Editores, 1994, p.370.
[...] A cada dia, mesmo sem saber, e sem querer, estamos nos criando. Ninguém pode nos dizer que será fácil. O fácil pode ser desinteressante, e merecemos ao menos alguma vez fazer, querer, ser, o interessante, o audacioso, apesar dessa incrível sensação de fragilidade que nos acompanha".
Ly Luft - o tempo é um rio que corre, ed. Record, 4a edição, 2015, p.122.[...] a vida se passa na companhia da incerteza.
[...] Ao embarcar em nossa jornada para uma vida decente, digna, satisfatória, valorosa (e sim, feliz!), tentamos evitar erros e fugir da incerteza confiando numa estrela, escolhida por seu brilho tranquilizador, para nos guiar. Tudo isso, porém, só para descobrir que nossa escolha da estrela-guia foi, no final das contas, "nossa" escolha, cheia de riscos como todas as escolhas foram e tendem a ser - e "nossa" escolha, feita por responsabilidade "nossa", ela continuará sendo até o fim..."
Zygmunt Bauman A arte da vida, ed. Zahar, 2009, p. 73-74.
Nossa vida uma obra de arte, mas depende de "nossas" escolhas,
apesar dos riscos inerentes a vivência...
Do contexto, é evidente que “nossas escolhas quando possíveis”, sejam precedidas de paciência, cautela, sabedoria, pois a maioria delas é até o fim da vida. Outras escolhas, podem ser temporárias, mas também detém um peso vivencial importante na grande viagem da “vida”, aliás, sem passagem de retorno.
"A felicidade consiste em dar passos em direção a si mesmo e olhar o que você é".
("La felicidad consiste en dar pasos hacia uno mismo").
[...] Cuidavam primeiro de si e depois dos seus. Num mundo assim, a falta de escrúpulos, o desprezo por qualquer aspiração elevada que não fosse a acumulação de poder não eram defeitos. Eram vantagens”. Barack Obama – Uma terra prometida, Ed. Cia das Letras, 2020, p.480.
O que se vê na política no Brasil (e pelo que se vê mundo afora, não é diferente por aqui), é o comportamento do candidato em campanha e depois de eleito.
Essa pratica nefasta do exercício do
mandato, muito incomoda o cidadão. Como se vê, no Brasil, é pratica cotidiana,
como se diz “ferramenta de ofício”. Em maioria das situações posta a público, denota-se
que o “administrador (poder executivo,
principalmente), sempre quer realizar o que a lei proíbe, deixando de realizar
o que a lei estabelece e prevê, e ante as necessidades evidentes da população” que clama para
realizar. Atos simples que podem alterar vidas.
De certa forma, o cidadão munido de qualquer interesse, primeiro, quer realizar o que a lei veda, deixando de realizar o que é legal e necessário que deveria realizar.
Nesse contexto, o cidadão eleito, que sai do meio social,
ele não é uma criatura perfeita, mas um extrato do meio que vive. Aí, para se
eleger, é fato público e notório com muita promessa e esforço de várias
correntes, inclusive, com aporte financeiro de grupos com interesses em poder,
se elege, começando um reinado, como o seu mandato fosse um jogo permanente,
mas com resultado pré-ordenado.
Muitos eleitos, conseguem se eleger graças a inspiração de
tentar quebrar tabus, ou seja, eleito com objetivo de refrear ou eliminar “práticas
vulgares do poder”, mas no decurso do mandato se torna uma estrela solitária,
com brilho, evidentemente, mas um tanto ignorado pelos pares e não entendido pelos eleitores.
Graças aos candidatos que buscam inspiração nos princípios democráticos
do poder, que conseguem se eleger, é que se mantém a democracia. Podem ser uma
estrela solitária, mas brilha o caráter de luta, contra a prática vulgar de
poder!
"[...] Mas vede, vós confiais em palavras falsas, que para nada são
proveitosas".
Livro Sagrado (Bíblia) - Jeremias, capítulo 7, verso 8.
Desde muito anos atrás, já se denunciavam as "falsas
palavras", e também os "fariseus, escribas, etc", uma classe
dominante, conforme relato em Mateus 23 (Bíblia).
Hoje, mudou-se pelo contexto do desenvolvimento de muita tecnologia, enfim, mas o ser
humano continua o mesmo, sempre pronto a "pedalar o próximo"
infelizmente, por conta de uma função, por conta de posição social, cargo,
etc....
Mesmo ciente do texto sagrado, aliás, é o Livro mais lido sobre a face
da terra, - não diga que nunca teve acesso ao texto sagrado - desconhecia a
preciosidade de ser honesto, cumpridor dos deveres, alias ético (realizando o
bem - praticante de boas obras, pois pelo fruto conhecereis...), não impondo
ônus e encargo ao pobres, necessitados, vulneráveis, sem adentrar àqueles que
praticam a falsa religião, conforme o título do capítulo "7' supra citado
"A falsa religião é sem valor"!
Óbvio sempre havera as exceções e essas são muito maiores que àqueles
que "pedalam o povo", pois a maioria do posso é imbuido de muita fé,
boa fé, patriotismo, temperança, cumpridor dos seus deveres...
Precisamos de "verdades", e não fiar em palavras
"falsas"...
E em tempos eleitorais (eleições municipais 2024), isso é de máxima
importância ao eleitor....
Viver é lutar.
Não que seja fácil viver...
Mas é preciso ação contínua, sempre...
O desenho Deus deixou para nós:
vamos pintando, como se diz...
Colorindo fases,
superando obstáculos,
Resistindo...
Augusto Cury, em sua obra I ntoxicação Digital, ed. Benvirá, 2a edição, 2024, p.135, escreveu: [...] A vida é dramaticamente curta para se v...