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domingo, 13 de julho de 2014

O GOVERNO BRASILEIRO QUER REGULAR O FUTEBOL...

O Governo sempre prejudica setores, quando quer impor regras. Por exemplo, uns tempos atrás queria regular o "queijo mineiro", fez tanto alarde, impos regras a uma cultura de "queijo que é característico do povo mineiro", com isso, retira da cultura mínima que perdura, passando a tratar os mineiros, como fossem indústrias impondo a cultura de mercado. Isso perturba qualquer cidadão, ao ver que o Estado é incompetente e quer regular coisas que não tem cada a ver com sua principal atividade de governo. Talvez, no caso do queijo, deveria levar aos mineiros sitiantes ou fabricantes, regras mínimas de higiene, limpeza, manejo sanitário de animais, evitando doenças, mas não retirar a criatividade cultura de um povo. Esse é um exemplo que ocorreu nos de 2000, até que se chegou a um termo. Mas sensivelmente, prejudicou muita gente e deixou muitas pessoas que tinham essa atividade cotidiana sem fazer nada, levando ao caos, a doença e também prejudicando a renda familiar...Talvez até desconstruiu a cultura do queijo mineiro? No futebol agora com a vergonha da Seleção Brasileira na Copa de 2014, como anfitriã fez, querendo como se divulgou fazer uma "intervenção indireta", regular oferta de atletas a times estrangeiros, etc. O Governo é inerte em políticas públicas, principalmente esporte e educação. Estamos aí com as Olímpiadas de 2016, e nada de concreto se vê Brasil afora para treinar e colocar atlentas de ponta na competição. Tem Município brasileiro, talvez a maioria, nem tem um local para treinos na medida correta de competição. Tudo é arranjo. Canhas cobertas em escolas, sem qualquer técnica de competição, portanto, já começa aí o descaso... No Brasil são em torno de 200 milhões de brasileiros com orgulho ferido, pois como "donos da casa", construímos 12 arenas (não é mais estádios), pagamos e conta e nossa seleção simplesmente "teve pane ou seis minutos mágicos de "abalo coletivo"... Esse assunto é para repensar: Enquanto várias seleções preferiram lugar sem "badalação", para treinar e fazer suas estratégias, o Brasil, escolheu e Gra...nja Comari cheio de badalação... Aí só no oba-oba, como já disse poderia ser pior: não ter passado pelo Chile e se passado a Alemanha, perder em pleno Maracanã para Argentina e repetir 1950? Tudo tem de ter repensado. Ah antigamente futebol era brincadeira de rua, campinhos, pátios de escolas, qualquer lugar que tivesse espaço as crianças brincavam, fazia jogadas alegres e se divertiam, riam, pulavam... e iam jogar com regras somente no "aspirante a time que disputava amador", lá pelos 15 anos, ou em Campeonatos de Jogos inter-classe... Hoje, os pais por diversas situações colocam as crianças nas Escolinhas, vivem engessadas de regras e não praticam o futebol criativo e nem curtem a infância com brincadeiras... Quem não se lembra das unhas quebradas, os dedos dos pés machucados, as pernas arranhadas, quando se tinha "alcool" passava e quando não tinha "usava fumo, remédios caseiros...." Quando jogava-se na rua e quebrava os vidros dos vizinhos?... e o vizinho japonês cortava as bolas que caiam no seu quintal? O Governo tem tanta coisa para se preocupar, já tentou frustrar a cultura do queijo mineiro, a cachaça artesanal, o vinho, etc, agora vai querer "intervir no Futebol", daqui a pouco vai regular a cultura da pamonha, do café caboclo, do arroz com feijão... enfim, regular o que não deve... e esquece de fazer e garantir ao cidadão que paga impostos o mínimo de segurança, educação, saúde, infraestrutura, bem estar...  

quinta-feira, 12 de junho de 2014

VOTO: UMA FORMA DE REVOLUÇÃO DEMOCRÁTICA E LEGAL

Está fazendo quase um ano que aconteceram os "movimentos pelo aumento do transporte coletivo de 20 centavos". Lembram-se. Pois é, a vontade de mudar, teve início naqueles movimentos e continua em nossos mentes e corações. Nós somos atores do nosso próprio destino. Talvez levará décadas para alterar a atual situação do Brasil. Mas, a mudança tem que acontecer de forma democratica, eleições mais eleições, e em 2014, mais do que nunca, começa a alterar o panorama de nossos representantes. Vote de forma digna, escolha, debata os candidatos, examine-os, assim voce estará ajudando a fazer uma revolução através de seu voto, ousando nas mudanças que certamente hão de vir...
Só para ter uma idéia do Brasil - Educação, segundo pesquisas, o Estado de São Paulo, que é considerado um Estado promissor, somente 13 em cada 100 escolas tem bibliotecas.
Em razão de tudo que estamos vivendo nos últimos anos, inclusive, pela esperança dilacerada nos últimos tempos, pelos atos de desgoverno, descaso, insatisfação, indignação da população, frente aos atos de Governo (de um modo geral), e também a fraqueza do Parlamento (em todos os níveis), frente ao Executivo, o voto se torna no momento,  a maneira mais pacífica, legal e democrática a realizar mudanças. Talvez demore algum tempo, para mudanças, mas, as eleições de dois e dois anos no Brasil, é talvez de imediato a única forma pacífica para alterar esse panorama de poder.
As manifestações que ocorrem e já ocorreram nos últimos doze meses, em todo o País, embora tenha demonstração de mobilização, não sabemos o mérito (se é orquestrada por alguém, por ideologia ou por qualquer outro fato ou situação não perceptível) tem um resultado positivo, mais o saldo é mais negativo, à medida que traz insegurança as instituições e atinge o direito de ir e vir do cidadão.
O voto, seguramente, ainda é uma ferramenta por excelência para qualquer mudança. É  pacífico, legal e democrático. O eleitor tem o tempo necessário para analisar em quem votar, ver a biografia do candidato, debater idéias, enfim, existem um processo eleitoral todo para conhecer o candidato. Talvez haja a indigação pelos candidatos apresentados, mas, sempre existe àqueles que não se curvam ao poder e de fato representam os interesses do povo, embora, eleitos passam a ser "massa", mas podem elevar a voz, impugnar, mobilizar a população e rejeitar toda forma de manipulação de poder, corrupção ou atos que afrontam a dignidade do cidadão.
 

sábado, 7 de junho de 2014

COPA DO MUNDO DE 2014 - UMA GRANDE JOGO DE PODER E INTERESSES

(...) Há um fenômeno recorrente no Brasil. Invariavelmente se passa bem longe do cerne das questões. Em efeito, atira-se na sombra do alvo. Quando muito. Nove bilhões de reais são irrelevantes em relação aos 600 bilhões de reais, repito, 600 bilhões de reais, gastos anualmente para sustentar a maquina do governo. Que não funciona, diga-se de passagem. O contribuinte paga todo ano, mais de 66 vezes... o preço dos estádios. Bom lembrar: sem ter a contrapartida. (http://veja.abril.com.br/blog/de-paris/tag/decomte).   
O Brasil é a sexta maior economia do planeta, e em 2013 o Governo Federal arrecadou 1,138 trilhões de reais. Segundo a FIESP os prejuízo econômicos e sociais que a corrupção causa ao país, chega a casa de 69 bilhões de reais por ano, quase oito vezes mais do que o custo total dos estádios. Segundo a FIFA apresentou projeto de 8 (oito) e não 12 (doze) arenas esportivas (estádios). Quatro estádios, segundo a FIFA não está no plano da COPA... Pelas conversas da FIFA e GOVERNO, tem-se uma idéia da situação...
A idealização da Copa do Mundo, pelo que atualmente tem-se visto não passa de pura manobra de manutenção de poder, ainda que tenha trazido inúmeros benefícios para o País. Tem o lado positivo, mas a ideologia política, talvez seja o maior trunfo daqueles que querem perpetuar no poder. Esse movimento anti-copa, nada mais é que a "articulação do próprio Governo seus alidados afins" com o objetivo de afastar a população de outros assunto mais urgentes de corrupção existente no cenário nacional, talvez seja "a jogada mais inteligente para perpetuação e  manutenção do poder".  Mais, o que tem evidenciado, é que o povo não está caindo nas graças da Copa, como se previa, descuidando--se de seus problemas mais urgentes, pois o endividamente da população é enorme, e ninguém vai relaxar com a "Copa do Mundo" afinal quem paga a conta é quem deve e o Governo não vai ajudar ninguém, mesmo decretando moratória para as dívidas pessoais (hipótese remota).  Induziu o povo ao consumo, ao crédito desenfreado, a compra de carros, etc, e idealizou a Copa, mas sempre alguma situação não prevista surge no cenário, portanto, o povo endividado, com inúmeras greves acontecendo (perturbando o sossego, trabalho e bem estar da população) - as greves, paralizações e movimentos fugiram do controle - certamente será frustante o resultado positivo previsto, com segundo intenções. Mesmo, na hipótese do Brasil vir a se tornar campeão, o mau humor da população não será transformado em alegria e vibração. Tem outro fator importante, é que muitos que presenciaram a derrota do Brasil ao Uruguai na Copa de 1950, morreram, e talvez seus descendentes torcedores não têm mais interesse nessa Copa de 2014, afinal passaram mais de 60 anos, e esta geração  tem mais esportes além do futebol para a pratica desportiva.  

quinta-feira, 15 de maio de 2014

NO BRASIL PENSAR NÃO ENCHE BARRIGA...

(...) Quem pensa no Brasil já não sabe o que pensar, quem pensava estar certo se atrapalhou, e nós, que queremos pensar, e acertar, estamos aturdidos. Somos antipatriotas? Somos alienados, ignorantes, rabugentos? Somos provavelmente apenas brasileiros desejosos de mudanças. Talvez nada se consiga, mas sempre há aquela última esperança. E, se tudo der errrado, restará a picanha de dmomingo". (Lya ...Luft - Pensando o Brasil. Revista Veja 23 abril de 2014, p. 22).
Quanto sofremos pelo que está acontecendo no Brasil, nos seus quatro cantos, talvez não era esse Brasil que esperavámos neste século. Mas tem aqueles que acham que está tudo ok, porque a barriga está cheia, seus filhos vão as escolas, mesmo em péssimas condições, hospitais com gestante parindo no chão, na frente, pessoas nos corredores, e as prisões exageradamente cheias....É assim, vamos em frente, convivendo com manipulação de índices oficiais, mas sempre consciente e pensando o Brasil, jamais perder a esperança, inclusive pensando por aqueles que não estão nem aí...Mas talvez, aqueles que se dizem "satisfeitos ou de barriga cheia", deveriam atentar o que ocorre em seu redor, pois é fácil e constatável o que está ocorrendo na política, na sociedade em geral. Nosso ensino, por infelicidade, cada dia pior, pois o aluno que deveria ter uma formação de no mínimo de noção de pequenos serviços, além do óbvio de matemática, português, ciências naturais, biologia-ambiental,  sai totalmente desligado do mundo, atento somente as ações de consumo, quando não atrelado ao consumo de drogas. Não esqueçamos que além disso boas maneiras, não tem-se aprendido no ambiente escolar, pois faltam aos alunos, a família, que é o berço da educação, ai chegam na escola como seres sem rumo, com total falta de disciplina, que a professora não consegue impor, haja vista que vêm de ambiente totalmente sem referencial algum de autoridade. Não é o caos, mais tem que pensar, pensar em esperanças para nosso futuro Brasil, nossa pátria amada querida..  

segunda-feira, 5 de maio de 2014

CAMINHOS SEM VOLTA...

(...) Sementes do declínio moral se espalham, conforme se embrutece a vida cotidiana. (...) A dinâmica social puxa contigentes de baixo para morar nos andares de cima da pirâmide, mas deixa para trás valores tradicionais que formam a argamassa da cidadania, como solidariedade, respeito aos velhos e crianças, lealdade, amor ao trabalho, culto à família, verdade, honestidade, senso do dever. (...) Como se explicam por exemplo, os 3 mil casos de pessoas enterradas em São Paulo, apesar de portarem documento de identidade? Como se explica o despacho de levas de haitianos para São Paulo e outras cidades, sob decisão unilateral do governador do Acre? Onde estão os entes governativos?... (Pedrinho, Bernardo e o espírito do nosso tempo - Gaudêncio Torquato - Jornal "O Estado de S. Paulo, edição 4/5/2014 - domingo, espaço aberto, p. A-2).   Estamos vivendo um deserto de valores infelizmente, caminhos sem volta. Feliz  Gaudêncio Torquato, escritor do texto mencionado, alertando sobre a inversão de valores que estamos vivenciando, principalmente no Brasil. Torna-se um desafio para pais, mães, educadores, professores, mestres, ensinar ética, educação (bons costumes e hábitos), ao mesmo tempo em que nossos filhos e estudantes confrontam com uma realidade totalmente contrária aos ensinamentos? Nossos dirigentes praticam um gestão pública aleatória aos interesses comum, com fim único ideológico eleitoral, sempre pensando no próximo passo. Não se constroi nada em planejamento a longo prazo, tudo é feito a toque de caixa, como se tudo resolvesse naquele projeto. Falta gestão, falta planejamento, e o óbvio, o simples, transmuda-se em projetos complicados, porque não existe uma fórmula para fraudar mais, agradar o compradio, os colegas partidários, os interesses de grandes grupos, menosprezando a inteligência dos cidadãos, tomando decisões como se fossem intocáveis.   

domingo, 4 de maio de 2014

O QUE DE FATO ESTAMOS BUSCANDO EM NOSSAS VIDAS...

Fazem os homens para si deuses que de fato não são deuses?"  (Biblia Jeremias capitulo 16:20). Desde sempre o homem infelizmente tem procurado "deuses para satisfazer suas necessidades", como um comportamento totalmente egoista e individualista, sem limites. Nos dias atuais, excessivamente isto vem ocorrendo...Muitos procuram a fama em detrimento de seus próprios sentimentos e totalmente anti-etico, poder e dinheiro alçado na corrupção, como fundamento de uma vida prodigiosa, beleza pessoal em demasia, cultuação ao corpo ate exaurir as forças, excessiva carga de trabalho em busca do sucesso, sem falar que as vezes lutamos contra nossa propria natureza de mente e corpo, indo as drasticas situações que não levam a morte social, destruindo o corpo, vida, familia e nossos entes queridos...Não respeitamos limites...Talvez diante desse caos, não paramos para discernir e buscar efetivamente fundamentos para nosso viver. A crise da desconfiança em tudo e em todos, atinge nosso ser de uma maneira, que perdemos o senso de discernir, observar, analisar, mais, escolher o caminho certo e decisões necessárias de progresso, construção e desenvolvimento. Perdemos de forma insconciente nossas escolhas, nossos amores e nosso senso afetivo de aproximar pessoas, talvez tornamos "desconectados" assim por dizer na era da informátiva. Escreve Lya Luft: (...) Nós somos o sujeito contemporâneo, um guerreiro forte e vulnerável: exposto a mil receitas loucas e modelos insensatos, do acordar até o adormecer. Mas também criativos, generosos, brilhantes". (A riqueza do mundo, ed. Record, 2011, p.15).  Talvez sejamos verdadeiros guerreiros criativos nessa caminhada, em busca de um ideal, de um discernimento para nossa vidas, ataviados por situações que nos rodeiam, que as vezes nós tentam desviar da  batalha que vivemos todos os dias, pela manutenção da vida, certamente manteremos vivos pela vida afora. Talvez o limite, equilíbrio, discernimento (sabedoria+conhecimento+entendimento) fará de nós verdadeiros  "guerreiros criativos" na caminhada diária.  

quarta-feira, 30 de abril de 2014

VAMOS ISOLAR NOSSAS FAVELAS, NOSSOS PROBLEMAS.....

Do jeito que vai o Brasil, para a Copa do Mundo agora e também para os jogos Olimpigos de 2016, será que vamos fazer como a África do Sul, expurgar as "pessoas dos lugares"(barracos, favelas...)" como ocorreu em Joanesburgo ou vai se fazer o enfrentamento das questões sociais, violência, ausência de políticas públicas para criar de verdade um País ou cidades de "Classe Mundial".
Vamos mascarar nossa realidade pela falta de competência, gestão-pública, educação, infra-estrutura, segurança... Os Estádios certamente estarão prontos, pois sem estes não tem a Copa, apesar de alguns não ficarem 100% prontos. Infelizmente esse é o Brasil, que não gostaria que fosse, mas, como cidadão ou cidadãos, estamos perdendo a esperança para um país melhor. Agora, está faltando água, energia, e vai ser repassado ao cidadão consumidor "os custos" dos empréstimos feito ou que será feito as "distribuidoras e geradoras de energia"? Perguntam-se não é falta de uma gestão?  Qual será a resposta das autoridades desta vez? A falta de água em São Paulo, já deveria ter sido feito a campanha, a começar pela própria distribuidora em fazer a distribuição com eficiência, certamente  de imediato vai ter uma economia enorme. É mais fácil o povo pagar o "pato" "a conta" "ser excluído em seu direito de "bem estar" por falta de gestão? Como sempre, como diz o ditado popular "a corda arrebenta sempre pelo lado mais fraco" e no caso, sempre o  "povo acaba perecendo".

AFINAL DE CONTAS A VIDA É REAL E NÃO VIRTUAL...

Augusto Cury, em sua obra I ntoxicação Digital, ed. Benvirá, 2a edição, 2024, p.135, escreveu: [...] A vida é dramaticamente curta para se v...