Visa o blog divulgar matérias sobre direito, política, vida e fatos, segundo o livre pensamento do autor do blog, e inserir no leitor provocações reflexivas, demandando o mesmo a pensar sobre o que foi escrito, os fatos descritos nos artigos, a realidade, tudo quanto se puder expressar através da escrita. Quando se fala em provocações, na verdade é dar um choque de realidade sobre o que se escreve, e levar as pessoas a refletirem sobre o conteúdo do escrito.
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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
EVIDENTE CULPA DO ELEITOR
Notícia-se os jornais, o caso do senador Jader Barbalho, considerado Ficha Suja, o qual não poderia sequer ser candidato a senador pelo Estado do Pará, nas eleições de 2011. Foi cassado anteriormente pela Justiça Eleitoral, e recorreu ao STF, obtendo a vaga de senador e retirando a senadora Marionor Brito (PSOL). Porém, tem como culpa direta da reeleição o próprio eleitor, pois se previamente sabia da conduta do candidato e assim mesmo votou, é o único culpado por estar o mesmo representando a população do Estado do Pará, como senador. O STF julga pela lei estabelecida. O povo é quem vota. Deve votar consciente. Se agir de forma consciente, não ocorrerá mais volta de eventuais Fichas Sujas. As fichas limpas estão em nossas mãos, através do voto consciente. Ademais, seria até uma redundância, o STF ir contra a vontade do voto e a democracia, já que quem "elegeu o Senador Jader Barbalho" foi o povo e não se pode agir contra a vontade popular. Então, mostra-se pelo caso Jader Barbalho, que o voto é soberano. Elege-se quem o eleitor entender ser seu melhor representante. Esperamos, portanto, a vigência da Lei da Ficha Limpa em vigor para as eleições de 2012. Aguardamos em prol da democracia.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
O AMOR - LINGUAGEM UNIVERSAL
"Os seres humanos têm a obrigação de zelar por seus semelhantes. A solidariedade não é uma escolha, mas um mandamento. No Levítico, Deus determina: "Amarás ao próximo como a ti mesmo" (19:18). Fazê-lo no dia a dia, não é algo que mereça reconhecimentos especiais, é apenas ser humano". (Bernardo Kliksberg & Amartya Sen. As pessoas em primeiro lugar. A Ética do desenvolvimento e os problemas do mundo globalizado. Cia das Letras. SP, Brasil. 2007, p.383).
Existe uma linguagem universal para que os povos se entendem. É obvio que estamos falando de algo que todos os seres humanos deveria ter uns com os outros. Além de tudo que façamos aos nossos semelhantes, como dever e em caráter humanitário, talvez até como parte da ética do bem estar, existe o "amor", que o cristianismo prega, como algo universal. Na Bíblia Sagrada, no livro de I Coríntios 13-1, existe um pregação interessante sobre o amor. Pois não basta fazer tudo, mas se não fizermos com "amor" nada terá resultado satisfatório, completo. "Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine". Quando existe amor nossos atos, ultrapassam a barreira da língua, da nacionalidade, da cor, do tempo, da dificuldade, torna-se uma partilha que transcende nossos pensamentos e sentimentos, inclusive, esforços para realizar. O que humanamente seria impossível, com a presença do amor, certamente alcançaremos plenamente. O amor, não é artificial; nas circunstâncias de realizar o impossível, vemos o poder concedido por Deus para essa química, ou seja, a dimensão universal da crença, da fé e no bem estar de todos os homens. Esse é o amor que devemos conhecer, ou seja, aquele que rompe barreiras, realiza o impossível e traz vida plena a todo ser humano.
Existe uma linguagem universal para que os povos se entendem. É obvio que estamos falando de algo que todos os seres humanos deveria ter uns com os outros. Além de tudo que façamos aos nossos semelhantes, como dever e em caráter humanitário, talvez até como parte da ética do bem estar, existe o "amor", que o cristianismo prega, como algo universal. Na Bíblia Sagrada, no livro de I Coríntios 13-1, existe um pregação interessante sobre o amor. Pois não basta fazer tudo, mas se não fizermos com "amor" nada terá resultado satisfatório, completo. "Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine". Quando existe amor nossos atos, ultrapassam a barreira da língua, da nacionalidade, da cor, do tempo, da dificuldade, torna-se uma partilha que transcende nossos pensamentos e sentimentos, inclusive, esforços para realizar. O que humanamente seria impossível, com a presença do amor, certamente alcançaremos plenamente. O amor, não é artificial; nas circunstâncias de realizar o impossível, vemos o poder concedido por Deus para essa química, ou seja, a dimensão universal da crença, da fé e no bem estar de todos os homens. Esse é o amor que devemos conhecer, ou seja, aquele que rompe barreiras, realiza o impossível e traz vida plena a todo ser humano.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
VIDA FRÁGIL E RÁPIDA
Fala-se que a vida é uma travessia. Outros dizem que a vida é passageira. Enfim, ela é um espetáculo ímpar. Rápida ou frágil, vale a pena viver, senão mais um dia... Se é rápida e frágil, significa que vale a pena viver em plenitude, ou seja, ter paz no viver, amar, pensar, refletir, silenciar quando necessário. Esse espetáculo deve ser vivido com intensidade, como se fosse o último vôo para um lugar sem volta. Por isso, enquanto existe tempo devemos viver em paz conosco mesmo e com àqueles que estão em nossa volta. Se analisarmos os conflitos de muitas pessoas, é porque são entendem o viver intenso da vida. Vivem com picuinhas em si mesmo, indecisos pela vida, procurando achar defeitos nos outros e naquilo que não deu certo. Atitude é que a vida exige. O que passou não traz nenhum benefício. O presente é importante, pois deve ser vivido de forma que sempre é o último dia de vida. O futuro, é uma expectativa, esperança, depende de que semearmos, nossa fé. Mas, a vida, é comparada a uma erva, de manhã formosa, à tarde já esta murcha, por causa do sol diário. Enfim, viver essa vida frágil e rápida que temos direito.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
CRISE DE TRANSPARÊNCIA
Existe uma evidente crise de transparência no exercício da função pública, pelas autoridades, haja vista, o tratamento que vem sendo dado à suposta conduta de agentes públicos, autoridades, ministros, presidente, deputados, senadores, governadores, magistrados, prefeitos, procuradores, vereadores, policiais. A conduta de minoria implica em rotulagem das demais autoridades de qualquer poder constituído, valendo a regra da exceção. O que chama atenção nos dias atuais, no cenário nacional, é que, o cidadão levado à condição de autoridade, vive um papel e enredo diferente daquele que deveria exercer em funções de poder, ou seja, com ética, lucidez, transparência, o mínimo de decência que a sociedade requer como é o caso da exigência da Ficha Limpa. É anseio da sociedade, transparência de todo aquele que exerce poder do menor ao maior. Não se pode viver a vida real em “papel” como se fosse um ator a representar uma obra de ficção, drama, acabando o espetáculo, sai do palco e termina os fatos. Não deveria ser assim como vem ocorrendo, pois cada autoridade tem consciência de seu papel e autoridade e respectivos limites. A atual realidade nacional exige a transposição de omissão, obscuridade, fraudes, em desafio permanente de transparência, como sólido fundamento da democracia. Exige-se ética de poder, tanto para o cidadão comum no dia-a-dia, como da mais alta autoridade no exercício do poder, como uma referência coletiva, sem exceções. Não pode haver exercício de poder sem ética e transparência. Testemunhamos fatos lastimáveis de autoridades nos últimos meses, freqüentando capas semanais de revistas e jornais diários, por denúncias diversas, que cercados de picuinhas do poder, lenga-lenga partidária, desculpas, blindagem, tinham como foco central retirar dinheiro dos cofres públicos, mais, recebendo inclusive, atestado de inimputáveis. O cidadão quer um Estado, que quando fala com a sociedade, por meio de seus representantes e autoridades, sejam confiáveis, sem paradoxos, sem cinismos, com evidente transparência e ética.
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
CAMPANHA LEGAL - "UM DIA PARA DESCONECTAR" (A Day to disconnect"
Você já parou para pensar quanto tempo perde usando seu telefone celular e outros equipamentos eletrônicos quando está com mais gente ao seu redor? Mais do que tempo: o quanto de contato pessoal você perde ao desconectar-se da realidade em que está inserido para ficar checando mensagens, vendo e-mail ou navegando na internet pelo seu aparelho portátil? Um Rabino americano Zechariah Wallerstein pensando nisso e preocupado lançou uma campanha "A Day to Disconnect (Um dia para Desconectar), que clama para as pessoas deixem seu celular em segundo plano e passem a aproveitar melhor a vida. Onde está o tempo ganho com tanta tecnologia?
Não existe, porque você trabalha mais tempo para adquirir essa tecnologia, privando-se de viver você mesmo, esquecendo de pensar, amar, e mais importante VIVER!.
Viva a vida, o maior, melhor e único espetáculo que vale a pena viver.
Abaixo o endereço:
http://www.youtube.com/
domingo, 4 de dezembro de 2011
NOSSA VERDADE PESSOAL PELO SILÊNCIO
"Muitos caminhos conduzem ao silêncio. Cada de nós deve escolher aquela que lhe convém e, neste sentido, precisamos perceber a tendência natural de nossa própria alma. Além de tudo, o caminho para o silêncio não é sempre agradável, e o silêncio não é sempre confortador. Ele também nos confronta com a nossa verdade pessoal, e só quem tem coragem para assumir sua própria verdade pode seguir o caminho que leva ao silêncio e, então, vivenciar neste caminho a paz interior". "O silêncio é uma condição que nos faz bem". (O Poder do Silêncio. Anselm Grün. Vozes, 2010, p.111).
Nossa rotina de vida em sociedade, sobretudo no meio urbano, é completamente alheia ao silêncio. Além do barulho físico, poluições diversas incomodam nosso bem estar. Nossa mente é invadida por informações, ainda que inconscientes. Desejamos paz, tranqüilidade, silêncio, harmonia, para colocar em dia nossas ações, tensões, pensamentos e nossa própria angústia de viver, considerando ser a vida um espetáculo sem limites. De repente entramos em pânico, pelo insuportável ruído que nos cerca. A busca pelo silêncio é altamente produtivo, pois seu poder nos leva a repensar e nos traz um encontro pessoal íntimo, renovando nossas vidas, e encontrarmos a pureza íntima do nosso ser. O silêncio leva a meditação, calar pensamentos que continuamente vêm à tona e em nossa mente.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
SUPERENDIVIDAMENTO
O Brasil está vivendo um momento delicado, em se tratando de endividamento de pessoas e famílias, além de empresas e organizações. Sabe-se que medidas preventivas são necessárias, mas não suficientes para enfrentar este flagelo social denominado de superendividamento. Não é só no Brasil, ela se arrasta a nível mundial, por muitos países, inclusive os Estados Unidos, em face da denominada democratização do crédito. O crédito – seja na forma de oferta de dinheiro ou de financiamento de produtos e serviços – é mercadoria altamente disponível e de fácil acesso atualmente, conforme a publicidade ostensiva da mídia e cada canto da cidade, existem estabelecimentos com excessiva oferta de créditos. A incitação ao crédito e ao endividamento caracteriza a sociedade de consumo atual em todos os sistemas de mercado capitalista. Nos dias atuais, tudo que se consome pode ser financiado de uma forma ou outra. Em 2000, circulavam no Brasil 28 milhões de cartões de crédito, hoje são em torno de 153 milhões. O crédito deixou de ser um recurso extraordinário ou de ultima necessidade, tratando-se agora de uma forma de gestão corrente do orçamento pessoal e familiar. A expansão do crédito no Brasil ao consumidor e sua vulgarização, ocorreu após 1994, na esteira do Plano Real, sendo que nos últimos anos, este quadro se acentuou devido a estabilidade econômica e à inclusão no sistema formal de crédito das classes mais desfavorecidas. Neste contexto, não é surpreendente o crescimento do setor bancário e de financiamentos. O crédito consignado é um produto de sucesso, alcançando aposentados, servidores públicos, assalariados em geral, transformando salários e pensões em adiantamento de renda. Enfim, o crédito no Brasil, tem caráter essencial e até de antecipação de rendimentos, gerando condições de acesso a bens de consumo, ao mesmo tempo como mecanismo de inclusão, mas também de exclusão social. O superendividamento é a impossibilidade do devedor pessoa física, consumidor, leigo e de boa-fé, pagar todas as suas dívidas atuais e futuras de consumo, excluídas portanto, impostos. É preciso cuidar, tratar, curar a pessoa superendividada, regularizando a sua situação financeira, resgatando a sua cidadania econômica, a fim de não ocorrer uma exclusão social. Em síntese, “tratar as situações de superendividamento é dar ao devedor prazos de pagamentos, até mesmo remissões de dívidas, juros e multas, de maneira a evitar sua ruína completa e, se possível, restabelecer sua situação. Os interesses dos credores não são ignorados, mas eles são tratados de forma secundária. Reencontra-se neste procedimento a finalidade do direito do consumo: proteger aqueles que se encontram em situação de fraqueza. Trata-se na prática de estabelecer um plano que permita ao devedor sair da situação de superendividamento e de endireitar a sua situação financeira. No Brasil, a proteção vem com base no Código de Defesa do Consumidor, na jurisprudência e no Código Civil de 2002, este com a regra da onerosidade excessiva, consoante artigo 478. Existem também programas especiais para o cidadão endividado, ante o número crescente de ações que desembocam no Judiciário. No Tribunal de Justiça de São Paulo, no Tribunal de Justiça do Paraná e em outros Tribunais, Procons, e o próprio comércio, por suas entidades representativas, realizam e desenvolvem programas de conciliação, afim de regularizar a situação dos endividados.
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