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terça-feira, 20 de setembro de 2011

VOCÊ CONSTRÓI SUA PRÓPRIA HISTÓRIA

Construir algo ou alguma coisa, é uma atitude natural das pessoas. Sempre se usa esse procedimento, logo após uma situação aflitiva, uma desilusão, uma situação de perda,  uma separação, uma morte, entre outras situações do cotidiano, quando a pessoa quer mudar ou pensar na vida, com disposição de ser diferente ou seja, tirar um resultado positivo da vida. É sempre constatável as seguintes frases: Vou construir algo ou alguma coisa. Vou estudar, para ser alguém na vida. Vou trabalhar para ser útil. Vou mudar de vida, esquecer o passado e pensar só no futuro. Inúmeras questões sugestivas, na tentativa evidente de melhora ou mudança. Almir Satter e Renato Teixeira, na música "Andando em frente", tem uma mensagem muito interessante. Apesar da música inteira ser uma mensagem para vida, destaco uma parte para transcrição neste escrito:  “Cada um de nós constrói a sua própria história e cada ser carrega em si o dom de ser capaz, de ser feliz!".  Simplesmente, cada um de nós é dono da própria vida, tem habilidade e capacidade para ser feliz e construir sua própria história. Se eventualmente não for capaz, tem que procurar  ajuda espiritual, terapeutica, pedagógica, clinica, enfim, para superar essa situação de incapacidade. Ninguém em sã consciência quer passar pela vida, sem construir nada. A vida é uma construção eterna. O ser humano nasceu para conhecer, pensar, descobrir, libertar e ser libertador, enfim,  não nasceu com uma genética imutável e sim de buscar a crescer e desenvolver pela vida.  

domingo, 18 de setembro de 2011

FELICIDADE E ALEGRIA SEMPRE A DISPOSIÇÃO

Passei a meditar, onde encontrar a felicidade e a alegria nessa viagem chamada vida. Seria possível encontrá-las no final de uma viagem programada, na chegada. Embora, sempre temos planejado buscá-las,  eu chequei a conclusão, após pensar bastante e ler sobre o assunto, elas estão sempre à nossa disposição, desde o começo da viagem chamada vida. Não encontramos a felicidade e a alegria, porque não atentamos o curso da viagem, pois certamente estão à nossa disposição às margens, cujo olhar é concentrado somente para a chegada. Somos tão insensíveis que não paramos sequer um minuto, desconcentrando de tudo para ver o olhar de uma criança, uma flor, um mover de um inseto, um animal, sol, lua, estrelas, mar, ondas, enfim, ver o inacreditável.  Estamos tão robotizados que paramos para ver a foto virtual postada em nossos e-mails e não paramos para ver o que está ao nosso lado necessitando talvez de um simples olhar, ou quem sabe,  um bom dia, boa tarde, olá ao  menos. Simplesmente notado. Se não notamos ou ao menos sentimos pequenas coisas, como achar a felicidade e a alegria coisas tão simples, sem custo qualquer?  Estamos tão acostumados a competir no sistema de meritocracia, que automaticamente, esperamos encontrar a felicidade e a alegria sempre no final no resultado da competição, esquecendo que estão a nossa alcance a qualquer instante, basta um gesto, um aceno, um olhar, um abraço, um cumprimento, um ato de disposição, sem custo qualquer. Esperar para encontrar a felicidade e a alegria no final (na chegada, no resultado), poderá ser frustrante,  porque poderá não chegar  e não encontrar o resultado.  Passou a viagem vida e não achou a felicidade e a alegria. Tragédia pura, é isso que está ocorrendo com milhares de pessoas, chegar ao final e não encontrar nem felicidade e nem alegria, pois o tempo não retorna, é implacável na contagem.  

sábado, 17 de setembro de 2011

QUIPROQUÓ

A palavra "quiproquó" "quid pro quod", é um substantivo que faz parte do nosso catálago de palavras (dicionário). Significa, em síntese, tomar uma coisa pela outra em equívoco, ou confusão criada por um equívoco. Evidentemente, tal palavra, é ferramento do nosso linguajar, apesar de complicada exprime o seu real significado. Não obstante a isso, certamente a palavra  (como ferramenta)  expressando-se a verdade, a falsidade, ilusão, enfim, muitas situações, evidente, a vida é repleta de "quiproquós", pois se não fosse assim, que graça teríamos em viver? Como animais, com um código genético definido, sem desenvolvimento e sem mudança para toda a existência! O ser humano, é uma criação fantástica, nasce, desenvolve, é libertário, e mais, a vida é cheia de "quiproquós", é isso que difere dos outros seres.  Lógico, que existem  "quiproquós" mais próprios para a política brasileira, pois existem equívocos nas áreas educacionais, fome, misérias urbana e rural, e mais atual, em fazer a "copa do mundo a toque de caixa".  

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

MAÇAS PODRES

O poder político é um jogo tremendo de interesses. Nesta semana de setembro (12/16) de 2011, foi divulgado a saída do Ministro do Turismo Pedro Novais, pertencendo ao PMDB. Mesmo assim o Governo Dilma, vê o PMDB como "parceiro fundamental". Na toada da demissão do Ministro do Turismo, o que se vê, é que foi abandonado, como se fosse o único culpado pelas "eventuais fraudes de seu Ministério". Ninguém quer ficar manchado este é o exemplo clássico das "maças podres". Poder é poder,  ao mesmo tempo que enaltece, também fulmina. "Insustentável" não foi manter o Ministro Pedro Novais no Turismo até os dias atuais, e sim verificar que existem "fraudes, desmandos e corrupções" com o dinheiro arrecadado da população. Veja por exemplo, a cidade de Jandaia do Sul (PR),  que firmou convênios em torno de  R$-21,9 milhões com o Ministério do Turismo, e as cidades de notório potencial turístico como Ouro Preto (MG) e Porto Seguro (BA), dentre outras cidade, receberam segundo a imprensa, valores menores.   Esquecendo, o prefeito  José Borba de Jandaia do Sul, é ex-deputado e é ou foi réu do processo do mensalão no STF.  Outro fato inusitado, que segundo a imprensa, no portal de Ministério do Turismo, não consta na lista dos 65 municípios, o nome de Jandaia do Sul-PR.  Quem sabe, que depois desses recursos repassados, passará a constar?   

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

O SEGREDO DO TEMPO

O tempo não tem segredo. 
Vive-se todo o dia, porque é eterno. 
Nós humanos, somos finitos.
Nosso tempo tem validade. 
O tempo é uma realidade, 
que não precisa de prova  para ser verdade. 
Esta aí, junto a nós. 
Dia, noite, sol e luz, estrelas
verdades reais, 
belezas que não sentimos.
A vida é assim, infelizmente,
passa rapidamente,
não damos conta do tempo.
Rapidamente vivemos, enfim, 
chega a morte, nosso final.
Fica o tempo, eternamente. 

terça-feira, 13 de setembro de 2011

GANHO CRONOLÓGICO

Vivemos em sociedade onde o tempo é associado ao sucesso, ao êxito e a felicidade. Buscamos tecnologia, para podermos ter mais tempo. N sabemos onde encontrar o eventual tempo ganho com a rapidez tecnológica. A onda atual é fazer mais em menos tempo. A rapidez e a aceleração, passou a fazer parte da nossa vida, agora é turbinada.  Os carros precisam ser mais velozes, os computadores mais rápidos, os remédios devem produzir efeitos instantâneos, os relacionamentos são virtuais (clic para ligar e delete para desligar), enfim, uma modernidade sem fim. Os atrasos são apavorantes, imaginem congestionamento de ruas e estradas, aeroportos, atrasos de voos, problemas que ganham uma enorme repercussão no cotidiano, trazendo o efeito frustração. Embora queremos ser rápidos e eficazes, não somos, porque dependemos de muitas situações, portanto,  não sabemos encontrar encontrar o ganho do tempo. Padecemos cada vez mais de carência de tempo, um bem cada vez mais escasso nos dias atuais. Portanto, façamos o bom uso do tempo que nos resta, pois o tempo passado não volta mais. Nada acontece no passado e nada no futuro. 

AFINAL DE CONTAS A VIDA É REAL E NÃO VIRTUAL...

Augusto Cury, em sua obra I ntoxicação Digital, ed. Benvirá, 2a edição, 2024, p.135, escreveu: [...] A vida é dramaticamente curta para se v...